segunda-feira, 21 de novembro de 2011

7 erros que cometemos ao fazer upgrades no PC

A nova placa de vídeo não funcionou? Descubra quais as possíveis causas e evite futuras enrascadas com nossas dicas.
Quem tenta acompanhar a evolução nos itens de hardware acaba cometendo alguns erros na hora de comprar determinados componentes. Algumas vezes por mera desatenção, outras por não conhecer os detalhes da peça que está adquirindo.
Para os novatos, o desafio de atualizar a máquina é ainda maior, pois além de ter de prestar muita atenção no momento de escolher um novo componente, é preciso se preparar para a instalação do novo item de hardware.
Pequenos erros que cometemos ao fazer upgrades
Lembramos que descuidos são comuns e, seja você um iniciante em informática ou um expert, toda atenção é pouca. Assim, sempre que você for fazer um upgrade poderá consultar nossa lista de erros comuns para evitá-los.

Pouca energia para muitos dispositivos

Independente de qual item você vai atualizar no PC, a instalação de novos componentes sempre influencia diretamente no consumo de energia. O problema, todavia, não está apenas no aumento nos gastos, mas também no funcionamento da máquina.
Instalar novos dispositivos de hardware que demandem grande potência pode acarretar no superaquecimento ou na queima das peças internas da fonte e, possivelmente, até no mau funcionamento de outros componentes do computador, visto que a fonte não consegue entregar energia suficiente para todos os itens.
Uma dica importante para evitar esse tipo de situação é efetuar os cálculos apropriados para averiguar se a fonte de alimentação tem capacidade de manter o novo item de hardware funcionando e pesquisar se ela fornece a quantidade de energia prometida.

Adquirindo peças incompatíveis

O segundo erro comum de nossa lista afeta uma gama grande de pessoas. Quem conhece o computador que tem acaba não entrando nesse tipo de enrascada, porém, quem está iniciando no mundo da informática pode desconhecer as peças que possui no PC.
Ocorre que muitos componentes possuem diversas especificações, as quais devem oferecer compatibilidade com a placa-mãe para poder funcionar de maneira apropriada. De nada adianta adquirir uma placa de som com encaixe PCI-express se o computador não conta com esse tipo de slot.
Para solucionar esse tipo de problema é importante ler o manual da placa-mãe ou verificar no site oficial os tipos de slots que ela possui. Além disso, é essencial verificar as especificações do novo componente de hardware.

Particularidades da placa de vídeo

Um dos principais componentes que as pessoas costumam adquirir é a placa gráfica. Nada mais normal; afinal, para executar jogos e alguns aplicativos robustos, uma placa de vídeo offboard é essencial. O problema, no entanto, está na falta de atenção ao adquirir tal item.
É comum adquirirmos novos produtos por empolgação e tentando aproveitar os baixos preços. Ocorre que a falta de pesquisa pode ser um verdadeiro tiro no pé, ainda mais no caso das placas de vídeo que custam absurdos. O erro maior não é gastar muito, porém, adquirir um componente incompatível com os demais itens do computador.
Ao escolher uma nova placa gráfica, é importante ficar de olho no tipo de encaixe (nas máquinas mais recentes o tipo de slot é o PCI-express), nos tipos de conectores necessários (as placas de vídeo mais exigentes requisitam energia extra, portanto, sua fonte deve ser compatível) e, não menos importante, na quantidade de energia necessária (para não exigir mais energia do que a fonte pode fornecer).

Reativando o Windows

Depois de uma atualização no hardware do computador, o Windows pode não identificar os novos componentes — principalmente se a placa-mãe foi substituída — e solicitar uma nova ativação do sistema. Claro, não há como prever esse tipo de erro, visto que tal processo não depende de você, portanto, não fique se culpando por tal situação.
Normalmente, o processo de ativação não deve gerar muitos problemas, todavia, em alguns casos sua licença pode não ser aceita durante a verificação que é realizada online. Para solucionar tal problema, basta você ter sua chave do Windows em mãos e contatar a Microsoft por telefone. Em poucos minutos, é possível resolver o erro e ter seu sistema funcionando normalmente.

Drivers desatualizados

Ao adicionar novos componentes no PC, você deverá instalar drivers compatíveis para que eles funcionem. Até aí nenhuma novidade, afinal, você já deve ter feito isso alguma vez na vida. Entretanto, um erro que cometemos é o de instalar o software que acompanha o dispositivo, sem se preocupar quanto à versão e à funcionalidade dele.
Claro, não existe problema algum em instalar os drivers que vêm no CD do item de hardware adquirido. Contudo, algumas vezes, tais programas podem estar desatualizados e consequentemente não fornecer o melhor desempenho para sua máquina. A solução? Simples. Basta entrar no site da fabricante do componente e obter o último software. Se você comprou uma nova placa de vídeo, essa dica é essencial para você não encarar muitos bugs.

Hardware novo, BIOS antiga

A instalação de novas placas no computador não deve gerar muitas dores de cabeça. Contudo, a Lei de Murphy sempre funciona e é bem possível que algum erro ocorra na hora de você tentar instalar um novo componente. Uma coisa que muitos esquecem é a versão da BIOS, uma preocupação que normalmente não existe, mas que em situações específicas pode incomodar.
É o caso da troca do processador. Algumas placas-mãe vêm configuradas de fábrica para funcionar com determinadas CPUs, mas, com a chegada de novos modelos, tais placas ganham atualização de BIOS. Portanto, antes de comprar um novo processador, vale verificar se a placa é compatível e se não é necessário efetuar uma atualização no software dela.

Horas para transferir dados

Se você está pensando em trocar o disco rígido da sua máquina, é importante pensar na cópia dos documentos de um drive para o outro. Transferir dados usando o gerenciador de arquivos do Windows pode demorar muitas horas, o que, apesar de não ser um erro, é algo muito incômodo.
Para não perder tempo, você deve atentar para dois detalhes. Primeiro é importante conectar o HD diretamente em uma porta SATA (caso esteja copiando arquivos de um notebook, conecte o novo disco na entrada eSATA). Depois, você deve optar por utilizar um programa próprio para a atividade, de preferência um software que faça uma cópia integral de todo o conteúdo.
No Baixaki, você pode encontrar o HDClone Free Edition e o Paragon Drive Backup Free Edition, dois programas que devem fazer a tarefa da cópia de maneira rápida. Vale lembrar que você deve verificar o tamanho do novo disco (afinal, se o HD antigo for maior, não há como efetuar o processo de clonagem) e averiguar se você deseja realizar uma nova instalação do sistema (se for o caso, não é possível copiar todo o conteúdo na íntegra).

Erros são comuns

Nossa lista de erros e soluções acaba aqui. Esperamos que você consulte-a quando necessário e consiga evitar essas situações. Lembramos que quem gosta de trabalhar com hardware deve se acostumar com possíveis problemas que ocorrem durante a atualização dos componentes, afinal, nem sempre é possível se lembrar de tudo. Caso você tenha mais alguma dica, colabore com os demais leitores postando-a nos comentários.
Fonte: TECMUNDO

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Google possui laboratório secreto de pesquisas

A gigante de Mountain View teria um centro para o desenvolvimento de projetos que seriam vistos como estranhos, como um elevador até o espaço, prato que tweeta e geladeira que faz comprar sozinha.


Segundo o jornal The New York Times, a Google mantém um laboratório secreto para desenvolver projetos que seriam vistos como “estranhos”. O carro não tripulado criado pela empresa, o qual você confere na imagem acima e que já está em testes, teria surgido nesse local.
Entre as ideias desenvolvidas no centro de pesquisa clandestino, estariam geladeiras conectadas à internet (para que ela pudesse comprar mantimentos que estão acabando automaticamente); pratos e talheres capazes de enviar mensagens por redes sociais sobre o que você está comendo; um robô para substituir a sua presença no trabalho (um novo modelo de home office); e um elevador que chegaria ao espaço.
De acordo com a publicação, muitos dos funcionários da gigante de Mountain Views desconhecem a existência desse laboratório. Conforme explicitado na matéria, todos os projetos ainda estão em estágio conceitual, ou seja, estamos longe de ver qualquer um deles presentes no nosso dia a dia.
Embora a Google se recuse a comentar sobre o suposto “Google X Lab”, alguns porta-vozes já afirmaram que parte do dinheiro investido em pesquisa e desenvolvimento pela empresa vai para projetos bizarros e que poderiam causa muita polêmica.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

As tecnologias que os alienígenas trouxeram para o mundo

Tudo o que temos é oriundo de tecnologia extraterrestre. Confira as provas que separamos neste artigo.
Ao longo da história, muitos elementos tecnológicos surgiram sem que se soubesse exatamente quais as técnicas utilizadas para a criação deles. Um exemplo: pirâmides gigantescas erguidas com trabalho braçal, mas cujos projetos até hoje seguem como um mistério para a compreensão humana. Conhecimento perdido com o tempo ou inteligência de outros planetas?
Para muitos, este tipo de construção é apenas uma prova de que os alienígenas estabeleceram contato com os seres humanos há muito tempo. Enquanto várias pessoas acham que, apesar de estarem entre nós, os extraterrestres não pretendem se revelar, conspiracionistas afirmam que eles estão envolvidos com os mais altos cargos políticos e líderes influentes, controlando todos os nossos passos.
 
Mas será que realmente existem provas de que os alienígenas estão na Terra? Segundo uma série de teóricos da conspiração, a tecnologia é uma grande prova disso. Para eles, são os ETs que fornecem todos os projetos para que os humanos possam desenvolver as suas sociedades. O motivo? Bem, isso nós veremos mais à frente. Agora, confira quais são os adventos que os extraterrestres trouxeram para nosso planeta.

Naves espaciais: eles querem ser encontrados

Um dos maiores desejos de todo serial killer é ser pego. Por isso, eles cometem seus crimes e insistem em criar padrões para facilitar o rastreio de suas ações. Os alienígenas também agem dessa forma, mas em vez de matar seres humanos eles fazem sinais em campos de trigo, desenham monumentos gigantescos e sobrevoam estádios de futebol americano.
Como a tecnologia que o ser humano possui hoje não é capaz de decifrar todos os mistérios, eles continuam deixando marcas. E nas últimas décadas, a humanidade começou a buscar formas de ir ao espaço. Isso aconteceu porque extraterrestres infiltrados nos governos das potências mundiais (EUA e URSS, na época) disseram que era possível.
 
Aos poucos, os aliens vão mostrando formas de melhorar a tecnologia das viagens espaciais, para que pareça que são os humanos que estão sendo os responsáveis pelos projetos. Eles fazem isso porque já estudaram o comportamento humano e sabem que não poderiam se apresentar como extraterrestres sem causar pânico mundial.
Deixando que os terráqueos “descubram” vida inteligente em outros planetas, há mais chances de um convívio pacífico que permitiria a troca de experiências de uma maneira benéfica para todas as civilizações.

Todos os seus eletrônicos são invenções de alienígenas

Smartphone, computador, televisão e video game. O que eles têm em comum, além dos circuitos, é a influência extraterrestre. Muitas teorias dizem que os alienígenas disponibilizam para os humanos, aos poucos, tudo o que já é obsoleto em seus planetas. Dessa forma, eles conseguem observar o desenvolvimento da civilização humana (assim como fazemos com ratos).
Pois é, se essa história for real, nós somos apenas cobaias de experimentos sociais coordenados por raças de civilizações muito mais desenvolvidas. Conceitos de psicologia como o behaviorismo (que prega que o comportamento é sempre baseado em respostas e estímulos) poderiam descrever facilmente este tipo de ação.

Belicismo interplanetário: os ETs estão no exército

Apesar de quererem apenas observar a Terra, extraterrestres possuem tecnologia militar muito mais avançada do que se imagina, e eles a usam como moeda de troca com o governo norte-americano. Pelo menos é o que afirmam os teóricos da conspiração, que defendem a tese de que os alienígenas dão material bélico para os Estados Unidos.
Por sua vez, os norte-americanos disponibilizam material para os ETs analisarem. Humanos condenados à morte seriam estudados em complexas mesas de cirurgia. Além disso, os aliens também ganham postos de observação em todo o mundo. Assim, eles podem analisar o comportamento humano em suas mais diversas culturas.

Laser: a prova maior

Nem é preciso de muito para provar que a tecnologia do laser é fruto de pesquisas interplanetárias. Ele pode clarear dentes, remover tatuagens, corrigir problemas visuais, derreter plásticos e metais e bloquear moscas da malária. Não há nada na Terra que possua essa mesma versatilidade.

Pirâmides: engenharia interplanetária

Existem diversas teorias que tentam explicar a técnica utilizada pelos egípcios na construção das pirâmides. Dissemos “tentar” porque até hoje não há provas concretas de que elas foram erguidas de uma ou outra maneira. Para alguns ufologistas, só há uma explicação irrefutável, que consegue ser mais completa do que qualquer outra já criada.
Baseados na obra “Eram os deuses astronautas?”, os conspiracionistas afirmam que os deuses egípcios (e alguns dizem que até mesmo os faraós) eram alienígenas. Foi com tecnologia deles que as pirâmides conseguiram ser erguidas, e não apenas para que os reis fossem sepultados. Os propósitos iam muito além disso.
 
Você já reparou na perfeição simétrica das pirâmides? Elas foram projetadas dessa forma para que a energia cósmica ficasse concentrada e estabilizada em seu interior. Energia cósmica? Exatamente, muitos afirmam que as pirâmides são pontos de comunicação direta com outros planetas, e a ponta das construções seria a melhor maneira de possibilitar o processo. Há até quem fale em teletransporte.

Outros monumentos

Não são apenas as pirâmides que intrigam a humanidade. Outras construções gigantescas também fazem com que surjam milhares de teorias que envolvem extraterrestres e suas tecnologias. É o caso do Stonehenge, construção de pedras com mais de 5 metros de altura que está localizado na região sul da Inglaterra.
O que mais intriga nesse caso não é a altura das pedras, mas sim a maneira como elas estão dispostas. Ao que tudo indica, no passado elas formaram um círculo, o que para os ufologistas é uma prova de que o Stonehenge foi utilizado como local de comunicação entre os povos mais antigos que lá habitavam e os deuses que vinham dos céus, ou alienígenas – como preferem dizer.

Por que os governos negam?

No começo do artigo, dissemos que os ETs estão por trás do desenvolvimento de grande parte de nossas tecnologias. Eles fazem isso para que os governos das maiores potências permitam que eles nos observem em nossos mais mínimos dos detalhes. E por que os líderes mundiais não falam nada para a população? Porque eles ganham muito com isso.
 
Além da tecnologia militar para manter os outros países oprimidos, os alienígenas oferecem mecanismos para manipulação política. Há muitas teorias que apontam para um fato ainda mais intrigante: os extraterrestres teriam se reproduzido com seres humanos décadas atrás e, agora, muitos híbridos estariam comandando o mundo.
Talvez os leitores estejam acostumados a chamar esse grupo de pessoas (sem saber que são híbridos) de Illuminati. Os conspiracionistas afirmam que, com isso, em um futuro próximo a Nova Ordem Mundial será instaurada e o planeta Terra será governado por um conjunto de híbridos e alienígenas – isso se não houver a fusão entre vários planetas em um único sistema político.
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Você acredita que os extraterrestres estão realmente envolvidos no desenvolvimento tecnológico do planeta Terra? Há muita gente que leva essas teorias como verdade, mas ainda não é possível comprovar nada.


Mulher sobrevive a terremoto graças ao seu laptop

Japonesa socorria vítimas de outro terremoto quando o hotel em que estava desabou. Com pânico do escuro, a luz do seu notebook a ajudou a manter-se tranquila e esperar o resgate



No dia 23 de outubro, um terremoto de magnitude 7,2 na escala Richter assolou a cidade de Van, na Turquia, matando mais de 600 pessoas e deixando milhares de desabrigados. O Japão enviou um grupo de colaboradores humanitários para ajudar no socorro aos acidentados.
Contudo, de acordo com a Reuters, na última quarta-feira (9 de novembro), um segundo terremoto atingiu a localidade, derrubando o hotel no qual os japoneses estavam hospedados. No meio dos escombros, estava Miyuki Konnai.
A mulher de 32 anos, que fazia parte do grupo solidário, tem pavor do escuro. "Eu realmente odeio ficar no escuro, então eu tinha medo de abrir os olhos e descobrir que estava na completa escuridão. Por isso, eu tentei não abrir meus olhos", comentou ela.
Nesse tipo de situação, o pânico pode ser o fator que determina a morte de uma pessoa. Porém, Konnai teve a sorte de ser soterrada ao lado do seu notebook – que a manteve calma enquanto esperava pelo resgate.
"Quando eu finalmente consegui abrir meu olho esquerdo lentamente, havia um raio de luz e eu pude enxergar no que eu pensava que era a completa escuridão. Aquela luminosidade me deu um alívio e a esperança para sobreviver. Essa era a luz do computador eu estava usando", completou a humanitária japonesa. Miyuki Konnai foi resgatada cinco horas depois de o terremoto ter acontecido.

Fotografias de cair o queixo levam até 15 horas para serem feitas

Fotógrafo australiano usou a técnica da longa exposição para capturar as estrelas.

O fotógrafo australiano Lincoln Harrison capturou o movimento da Terra usando a técnica da longa exposição, que consiste em deixar o obturador da câmera aberto por 30 segundos ou mais. Diferente de outros fotógrafos que utilizam esta mesma técnica, Harrison foi além e permitiu que o sensor de sua câmera Nikon D7000 capturasse as paisagens por cerca de 15 horas. O resultado você vê abaixo:

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(Fonte da imagem: Lincoln Harrison/Reprodução)

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(Fonte da imagem: Lincoln Harrison/Reprodução)

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(Fonte da imagem: Lincoln Harrison/Reprodução)

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sábado, 29 de outubro de 2011

Video Games - O dicionário de A a Z

Não compreende algum termo utilizado no Baixaki Jogos ou falado na roda de amigos gamers? Confira esse dicionário e acabe com suas dúvidas!

Há tempos que os video games deixaram ser uma mera brincadeira de criança para se tornar a maior indústria do entretenimento da atualidade, deixando para trás a música e o cinema. Além de movimentar bilhões de dólares por ano, o setor também criou uma cultura própria, com direito a vocabulário de termos técnicos e nomes populares dedicado a ela.
O Tecmundo preparou este dicionário que pode ajudar você a sanar suas dúvidas sobre os termos mais utilizados neste meio. Considerando que o volume de informações é absurdamente grande, as explicações se limitam a uma breve descrição sobre cada nome, o suficiente apenas para você saber do que se trata na próxima vez que alguém o usar. Confira!
Utilize o glossário abaixo para obter informações sobre o termo desejado:
AAA Action RPG Adventure  Alpha Version  Arcade
Atari  Atari 2600 Beta Blu-Ray Bravia Sync
Build Bundle Cheater (Xiter) Co-op Dashboard
Developer DLC Dreamcast Dual Shock Dungeon
DVD Engine ESRB EULA Exploit
Eye Toy Famicon Fat  First Party Force Feedback
FPS Friend Code Game Boy Game Boy Advance(GBA)  Game Boy Color
Game Cube (NGC) Game Link GDC / E3 / GC / TGS / CES Glitch Gold (Has gone gold)
GOTY Guild Hype IGA – In Game Advertising Indie
IP ISP JoyPad Joystick Kinect
Lag Mega Drive Memory Card Microsoft MMO
MMORPG Modem NA Motion Controller
Multiplayer 
N64 NES  NGP Nintendo  Nintendo 3DS
Nintendo DS Nintendo DS Lite Nintendo DSi Nintendo DSi XL Nintendo Wii
Noob NPC Origin Ping Platformer
PlayStation PlayStation 2 PlayStation 3 PlayStation Move PlayStation Network
PlayStation One PlayStation Portable PlayStation Store Prequel PSX
Publisher Puzzle Redeem Code Remake Retail
RPG  RTS Rumble Pack Rushar SCE
SDK Second Party SEGA SEGA Genesis Sequel
Shoot-em-up Side scrooling Sixaxis Slim Sony
Steam  Super Nintendo TecToy Third Party Third Person Shooter
Upar Vaporware Wii Mote Wii Nunchuck XBMC
XBOX XBOX 360 XBOX Live XMB Zeebo
         
AAA (títulos AAA): termo popular que conota os games com alto valor investido na produção e publicidade. Geralmente é atribuído a sequências de franquias populares, como Call of Duty, Zelda e Halo.

Action RPG: gênero em que as características de um RPG tradicional (atributos de personagem, inventário, exploração) são implementadas em um game de ação rápida. Diferencia-se de um RPG “puro” por não ser baseado em turnos. Exemplo: Diablo, Neverwinter Nights.

Adventure: gênero de jogo caracterizado por uma trama geralmente linear e jogabilidade orientada a superação de obstáculos no cenário, além do fato de ser dividido por fases (ou níveis). Exemplos: Mario, Sonic, Crash Bandicoot e Donkey Kong.

Advergame: estratégia de marketing que faz o uso de games como veículo de divulgação de uma determinada marca. É mais utilizada em jogos simples que são acessados em sites e rodam diretamente do navegador.

Alpha Version: versões de testes preliminares de games e outros softwares. Diferente das versões Beta, “Alpha Releases” têm apenas os requisitos mínimos para que possa ser executado, com a sua funcionalidade principal ainda incompleta.

Arcade: console de video game montado em um gabinete grande que inclui o monitor e sistema de som, quase sempre, mantidos em estabelecimentos comerciais. O termo também é usado para definir jogos de consoles domésticos que tem a jogabilidade igualmente curta e rápida.

Atari: primeira empresa de video games a comercializar consoles de consoles caseiros, em um tempo em que só existiam as máquinas de arcade (fliperama). Deixou de produzir consoles em 1984, depois do “Video Game Crash” de 1983.

Atari 2600: console produzido pela Atari Corporation lançado em 1977. É conhecido como o primeiro a usar o conceito de jogos carregados em cartuchos, permitindo que a mesma máquina possa rodar vários títulos diferentes, além de conceituar o primeiro controle de propósito genérico: o joystick.

Beta: nome dado à versão de pré-lançamento de um jogo ou qualquer outro software. Muitas empresas permitem que o público tenha acesso a versões Beta, dando aos usuários a oportunidade de testar e opinar sobre o produto não finalizado.
Blu-ray: mídia de armazenamento de dados em disco ótico. É considerado o sucessor do CD e do DVD, com até 50 GB de espaço. É usado como mídia primária para os jogos do PlayStation 3.

Bravia Sync: tecnologia usada pela Sony que permite a interoperabilidade entre vários dispositivos diferentes. O recurso está presente na versão Slim do PlayStation 3, permitindo que o controle remoto de uma TV Bravia possa interagir com as funcionalidades multimídia do console. Requer conexão HDMI para funcionar.

Build: conota o versionamento das funcionalidades de um game (ou qualquer outro software) à medida que ele é produzido. Usado frequentemente como um sinônimo de “versão”.

Bundle: nome dado à prática de comércio que procura incluir itens de brinde juntamente com o produto principal, aumentando a atratividade. Muito usado em consoles de video games, que incluem um ou mais jogos na mesma caixa do hardware.

Cheater (Xiter): jogador que utiliza algum tipo de artifício para obter vantagem durante um game, por meio de códigos de trapaça (“cheat codes”) ou utilizando softwares externos.


Co-op: característica de games para vários jogadores (multiplayer) em que os participantes precisam cooperar entre si para poder avançar no jogo. Geralmente, os adversários são personagens controlados por computador em vez de outros jogadores humanos.

Dashboard: nome dado ao sistema de menus no sistema operacional do Xbox 360.

Developer: desenvolvedores de software especializados na produção de jogos eletrônicos. São responsáveis pelo processo de concepção, codificação, design e teste dos games. Geralmente, são afiliados a uma distribuidora ou ao próprio fabricante dos consoles. Ex: Infinity Ward, com a franquia Call of Duty, e RareWare, com a franquia Donkey Kong que pertence à Nintendo.

DLC: acrônimo de “downloadable content” (“conteúdo para download”). Conteúdo adicional para jogos vendidos e distribuídos pela internet.

Dreamcast: console de sexta geração lançado pela Sega em 1998. Foi o sucessor do Sega Saturn. Não teve o sucesso de vendas esperado e acabou descontinuado em 2006.

Dual Shock: nome dado aos controles do PlayStation, PlayStation 2 e PlayStation 3. Lançado como uma versão melhorada do controle original no PlayStation em 1999, adicionando a ele as funcionalidades de vibração e os dois direcionais analógicos.

Dungeon: locais isolados do ambiente principal em um game que podem ser explorados pelo jogador. Frequentemente, dungeons oferecem mais perigos do que a área principal e escondem recompensas mais valiosas. O termo vem dos “calabouços” dos jogos de RPG.

DVD: acrônimo de “Digital Versatile Disc” (Disco Versátil Digital). Disco de armazenamento digital em mídia ótica com 4,7 GB de espaço na versão de uma camada e 8,5 GB na de duas camadas (dual-layer). É o formato principal para os jogos do Xbox, Xbox 360 e PlayStation 2.

Engine: software com a base de gerenciamento núcleo usado no desenvolvimento de jogos. Tem como propósito isolar as funcionalidades genéricas mais complexas nos games, como a física, iluminação e comportamento computacional, permitindo que o mesmo “motor” seja usado como base em vários títulos diferentes.
Um exemplo é a Unreal Engine, que já serviu de base para jogos como Gears of War, Batman Arkham City e Bioshock, além do próprio Unreal Tournament 3.

ESRB (Entertainment Software Rating Board): instituição que avalia e regulamenta jogos eletrônicos na América o Norte. Depois de passar pelos testes da ESRB, os games recebem um selo na embalagem que simboliza a qual faixa etária ele é apropriado, de acordo com a maturidade do conteúdo apresentado ao jogador. As instituições PEGI, CERO, USK OFLC e GRB são suas equivalentes em outras regiões do mundo.

EULA (End User License Agreement): sigla de “Acordo de Licenciamento ao Usuário Final”. É um documento que especifica as condições e limitações implicadas ao uso de um software ou jogo eletrônico. Geralmente, é apresentado ao usuário no momento da instalação ou antes da primeira execução de um game.

Exploit: termo que denomina uma abertura ou falha de segurança de um software ou hardware que pode ser explorada por hackers. Quase sempre, um “exploit” é estudado com a intenção de se modificar algo, como permitir que o console rode uma cópia irregular do jogo.

Eye Toy: acessório para o PlayStation 2 que possibilita a captura de vídeo através de uma câmera. Usada para interação em alguns jogos específicos, como o Eye Toy: Play, além de adicionar novas funcionalidades a outros, como no The Sims 2.

Famicon: primeira versão do Nintendo Entertainment System (NES), lançado exclusivamente no Japão, em 1983.

Fat: (ou “Phat”) é o termo não oficial usado para denominar as versões primárias de consoles que, posteriormente, foram relançados em versões menores (Slim).

First Party Game: denomina os títulos produzidos pela própria fabricante do console. Exemplo: os games do Mario, que são desenvolvidos pela própria Nintendo.

Force Feedback: funcionalidade de periféricos de video game que permite que o usuário sinta a experiência transmitida através do tato, quase sempre com vibrações. Usado em controles de uso geral e em periféricos mais específicos, como volantes de corrida.

FPS (First Person Shooter): define os games que têm como principal característica uma interface parecida com a humana, em que o jogador tem a visão em primeira pessoa e, quase sempre, empunha uma ou mais armas de fogo. Ficou imortalizada depois do game Doom, em 1993.

Friend Code: código de usuário usado na rede Nintendo Wi-Fi Connection para autenticar os jogadores, além de permitir a criação de listas de amigos específicas para cada game.

Game Boy: video game portátil lançado pela Nintendo em 1989. Considerado um dos maiores sucessos de vendas para um console até hoje.

Game Boy Advance: console portátil que sucedeu o Game Boy Color em 2001. Além de ser menor, ele tinha capacidade gráfica aprimorada, sendo considerado um dos melhores consoles com gráficos exclusivamente bidimensionais (2D).

Game Boy Color: sucessor do Game Boy, lançado em 1998. Entre as inovações, está a tela colorida ligeiramente maior e a possibilidade de conexão com outros jogadores, além de ter o tamanho reduzido.

Game Cube (NGC): console de sexta geração lançado pela Nintendo em 2002, concorrendo com o PlayStation 2 e o Xbox. Foi o primeiro video game da empresa a usar mídias óticas em vez de cartuchos. Deixou de ser produzido em 2007.

Game Link: cabo de transmissão de dados usado pela Nintendo na família de consoles Game Boy. Permitia a comunicação entre os consoles para jogabilidade multiplayer.

GDC / E3 / GC / TGS / CES: grandes eventos que reúnem vários desenvolvedores, distribuidores e fabricantes da indústria do video game. Revelações de grandes títulos e outras novidades geralmente acontecem nesses eventos.

Glitch: falha, ou “bug” encontrado em algum aspecto de um game.

Gold (has gone Gold): termo utilizado para games que chegaram perto do fim do desenvolvimento, com um possível lançamento iminente.

GOTY (Game of The Year Edition): versões especiais de games que receberam o título de “Jogo do Ano”. Quase sempre, versões GOTY incluem conteúdos adicionais não disponíveis nas versões do primeiro lançamento.

Guild: grupo de profissionais de uma mesma área ou facção que compartilham recursos e missões entre si. Guilds quase sempre estão presentes em jogos RPG.

Hype: expectativa que antecede a chegada de um jogo. Games aguardados fortemente por muitos gamers e críticos costumam receber um grande "hype", que envolve anúncios, relatos, especulações e boatos.

IGA (In Game Advertising): anúncios publicitários feitos dentro de games. Outdoors virtuais posicionados no cenário ou empresas e produtos reais inseridas na história fictícia servem esse fim.

Indie: games que foram produzidos de forma independente, que não receberam o apoio de uma distribuidora para serem desenvolvidos e vendidos.

IP (Intelectual Property): denota a propriedade intelectual de uma determinada empresa.

ISP (Internet Service Provider): empresa especializada em disponibilizar links de comunicação com a internet.

JoyPad: termo usado para os controles de video game com propósito versátil. Diferencia-se do Joystick por ter vários botões e pelo posicionamento da mão do usuário, que segura uma base em vez de uma haste (“stick”). Também denomina os controles genéricos de games para PC.

 Joystick: controle de vídeo game caracterizado por uma haste direcional acompanhada de um ou mais botões. Está presente em máquinas de arcade e em consoles mais antigos, como no Atari 2600.

Kinect: acessório para o XBOX 360 lançado em 2010. Adicionou ao console funcionalidades orientadas à captura de vídeo, movimento e voz. Compatível com as duas versões do video game.

Lag: termo que denomina o atraso na resposta que prejudica a fluidez de um game, seja por insuficiência de hardware ou por problemas na conexão de rede sendo usada durante o jogo.

Mega Drive: versão brasileira do Sega Genesis, o console de quarta geração lançado pela Sega em 1990.

Memory Card: acessório utilizado por vários consoles como uma unidade de armazenamento removível, permitindo que o progresso nos jogos possa ser salvo.

Microsoft: empresa especializada em sistemas operacionais para PCs que entrou na indústria dos games em 2001, com o console Xbox. Está entre as três maiores fabricantes de consoles da atualidade.

MMO (Massive Multiplayer Online): games que tem como principal característica a jogabilidade online entre centenas, e até milhares, de jogadores. Exemplo: World of Warcraft, Eve Online e Second Life.

MMORPG (Massive Multiplayer Online RPG): games multiplayer online com suporte a muitos jogadores e com a jogabilidade focada ao RPG.

Modem NA (Network Adpter): adaptador de rede vendido separadamente como um acessório em consoles sem essa funcionalidade. Foi usado no PlayStation 2 e Nintendo Game Cube.

Motion Controller: controle de vídeo game que trás algum tipo de funcionalidade baseada na captura de movimentos. Presente no Nintendo Wii, PlayStation Move e no Kinect.

Multiplayer: modo de jogo em que dois ou mais jogadores interagem entre si, seja competindo ou cooperando.

N64 (Nintendo 64): console de quinta geração lançado pela Nintendo em 1996. Destacou-se pela alta aderência aos recém-adotados jogos tridimensionais.


NES (Nintendo Entertainment System): primeiro console lançado pela Nintendo no mercado ocidental, em 1985. Ficou imortalizado por trazer aos video games caseiros o conceito de Side Scroling e jogos de plataforma, além de ser a “casa” dos primeiros Mario, Zelda e Metroid.

NGP (Next Generation Portable): codinome usado pela Sony para denominar o sucessor do PSP durante o desenvolvimento. Posteriormente, o nome oficial passou a ser PlayStation Vita.

 
Nintendo: fundada em 1889 em Kyoto, no Japão, a Nintendo passou de uma empresa que produzia jogos de carta e tabuleiro para o público infantil para um dos maiores nomes na indústria do entretenimento eletrônico. Alguns personagens criados por ela, como o Mario e o Link (do Zelda) são reconhecidos como ícones do video game até hoje.

Nintendo 3DS: console portátil que sucedeu o Nintendo DS. É reconhecido como o primeiro video game a trazer as imagens 3D estereoscópicas sem óculos ao mundo dos games.

Nintendo DS: console portátil que sucedeu o Game Boy Advance. Sua principal característica é o uso de duas telas simultaneamente, sendo que uma delas é sensível ao toque.

Nintendo DS Lite: uma versão menor e mais leve do Nintendo DS, lançado em 2006. Sua tela possui brilho aprimorado, que contribui para aumentar a duração da bateria.

Nintendo DSi: sucedeu o Nintendo DS Lite em 2009. Além de ter processador, memória RAM e armazenamento interno expandidos, o DSi também tinha duas novas câmeras de video e slot de expansão para cartão SD.

Nintendo DSi XL: a quarta versão do Nintendo DS lançado em 2009. Similar ao DSi em todos os aspectos, exceto pela tela que passou de 3,25 para 4,2 polegadas. O “XL” vem de “eXtra Large”.

Nintendo Wii: console de sétima geração lançado pela Nintendo em 2006. Diferente dos concorrentes, o desenvolvimento do Wii foi focado mais no aprimoramento da jogabilidade do que na “guerra de gráficos”. É o primeiro console a suportar controles com sensores de movimento nativamente, sem adição de acessórios.

Noob: termo informal atribuído a jogadores que são considerados iniciantes em um game e, por esse motivo, ainda não dominam as particularidades do jogo.

NPC (Non Playing Character): nome dado aos personagens não jogáveis encontrados nos games. Distingue-se de simples “minions” por ter atributos e comportamentos parecidos com os dos personagens controlados pelo jogador.

Origin: plataforma de distribuição de jogos online mantida pela EA Games. Diferente do Steam, apenas jogos distribuídos pela Electronic Arts estão à venda na loja virtual.
Ping: ferramenta administrativa que detecta a disponibilidade de um host na rede. Nos games, o termo denomina o tempo de resposta entre dois ou mais consoles (ou PCs). O tempo é medido em milissegundos e, quanto maior o número, mas prejudicada fica a jogabilidade.

Platform (jogo de plataforma): gênero de game caracterizado pela necessidade de se superar obstáculos fazendo o personagem saltar entre várias plataformas. Tornou-se um dos gêneros mais populares da indústria graças ao designer Shigeru Miyamoto, com o primeiro jogo do Mario.

PlayStation (PS): primeiro console da Sony lançado em 1994. Destacou-se por usar discos compactos em vez de cartuchos, aumentando muito o espaço de armazenamento disponível para os jogos, além de ter introduzido um leitor de CDs de músicas na época em que a tecnologia ainda era uma novidade.

PlayStation 2 (PS2): sucessor do primeiro PlayStation, lançado em 2000. Não só foi console de sexta geração de maior sucesso, mas também o video game mais vendido da história. Assim como o PlayStation, o PS2 tinha o atrativo de também poder tocar filmes em DVD no tempo em que o novo formato estava sendo adotado.

 
PlayStation 3 (PS3): sucedeu o PlayStation 2 em 2006. Suas principais inovações são os gráficos de alta definição nativos, a introdução da rede PlayStation Network e o uso dos discos de Blu-ray como mídia primária para os jogos.

 
PlayStation Move: kit de acessórios para o PlayStation 3 que adiciona controles com captura de movimento para console. Similarmente ao Wii, o jogador pode usar um ou ambos os controles manuais simultaneamente, dependendo da necessidade de cada jogo. A câmera do kit também pode detectar a distância entre o controle e o monitor.

PlayStation Network (PSN): plataforma online com serviços de partidas multiplayer e distribuição de conteúdo virtual para os consoles da Sony. Foi introduzida juntamente com o PlayStation 3.

PlayStation One (PSOne): versão menor (ou “slim”) do primeiro PlayStation. Um acessório que servia como uma tela LCD portátil também foi apresentada no lançamento, em 2007.

PlayStation Portable (PSP): console portátil lançado pela Sony em 2004.

PlayStation Store: loja vitual de jogos e aplicativos usados pelo PlayStation 3 e pelo PSP. É parte integrante da rede PlayStation Network.

 
PlayStation Vita: console portátil da Sony com o seu lançamento programado para 2012. Usou o nome de “NGP” durante o seu desenvolvimento e é conhecido como o sucessor do PSP.

Prequel: definição dada a games, filmes e outras obras que usam uma narrativa temporal anterior à outra já existente. Exemplo: o game “Metal Gear Solid 3: Snake Eater” é um “prequel” do Metal Gear Solid lançado para primeiro PlayStation.

PSX: dispositivo de central multimídia baseado no console PlayStation 2. Foi lançado somente no Japão e obteve pouco sucesso devido ao alto preço. O nome é erroneamente usado para denominar o PlayStation. Foi o primeiro dispositivo a utilizar a interface XMB.

Publisher: empresa que distribui jogos produzidos por outros desenvolvedores terceirizados (developers) ou por ela mesma. Exemplo: Activision Blizzard, que distribui jogos próprios, como a franquia Warcraft, além de comercializar games de muitas outras empresas.

Puzzle: gênero de jogo focado na resolução de problemas lógicos. O termo também é utilizado para definir situações similares encontradas em games que não tem o “puzzle” como gênero primário.

Redeem Code: código de acesso utilizado para autenticar e disponibilizar o conteúdo digital ao usuário que o adquiriu. Utilizado na PlayStation Store.

Remake: nome dados aos games produzidos em forma de atualização tecnológica de outro jogo mais antigo. Exemplo: Resident Evil Remake, uma versão do primeiro Resident Evil refeita para o Nintendo Game Cube.

Retail: versões de games vendidos individualmente em mídias físicas. Termo usado para diferenciar o jogo físico da sua contraparte disponível em lojas virtuais. Traduzido como “varejo”.


RPG: no mundo dos games, RPG denomina os jogos que têm em sua essência as mesmas características do jogo de mesa com o mesmo nome. Em suma, jogos de RPG desenvolvem uma história principal ao mesmo tempo em que explora a evolução de um ou mais personagens. Atributos quantitativos, equipamentos, quests e inventários também são características-chave de um RPG.

RTS (Real Time Strategy): gênero de jogo com a jogabilidade centrada em comandos táticos e econômicos dados a varias unidade de uma facção. Exemplo: jogos da franquia Command and Conquer, Age of Empires e Star Craft.

Rumble Pack: acessório para Nintendo 64 que adicionava funcionalidades de Force Feedback ao controle, fazendo o periférico vibrar dependendo das ações realizadas durante o jogo.

Rushar: ato de se antecipar ao seu adversário e executar táticas ofensivas antes do momento esperado. Usado principalmente em jogos RTS.

SCE (Sony Computer Entertainment): divisão dedicada ao desenvolvimento, marketing, distribuição e ao suporte para todos os produtos de entretenimento eletrônico da Sony. Marcas como PlayStation, Uncharted e God of War são propriedades da SCE.

SDK (Software Development Kit): pacote com as ferramentas de desenvolvimento necessárias para se produzir softwares de uma natureza específica.

Second Party: empresa de desenvolvimento de jogos afiliada diretamente a um fabricante. Exemplo: Bungie (produtora dos jogos Halo), afiliada à Microsoft.

SEGA: empresa japonesa que entrou para o mercado de entretenimento eletrônico em 1983, competido com outras empresas como Atari e Nintendo. Uma reestruturação organizacional fez com que a SEGA deixasse de produzir hardware em 2001, focando apenas em software.

SEGA Genesis: console de quarta geração lançado pela SEGA em 1989. Foi o maior concorrente do NES e do Super Nintendo durante os anos em que estava em produção. Considerado “casa” do personagem mais famoso da empresa: Sonic. Foi comercializado no Brasil com o nome de Mega Drive.

Sequel: game que foi produzido como uma sequência da narrativa já vista em outro jogo anterior.
Shoot-´em-up: gênero com a jogabilidade centrada em atirar e destruir inimigos numerosos que aparecem na tela, ao mesmo tempo em que se evita ser atingido. Geralmente, o cenário se move de cima para baixo. Muito utilizado em jogos de naves espaciais.

Side Scrolling: conceito empregado em games que possuem um cenário não estático que se movimenta por completo à medida que o personagem avança.

Sixaxis: primeira versão do controle sem fio do PlayStation 3. Foi substituído pelo atual Dual Shock 3 que, diferente dele, incorpora as funcionalidades de vibração.

Slim: nome dado a versão menor e mais aprimorada de um console que já havia sido lançado anteriormente.

Sony: gigante japonesa do setor de eletrônicos e eletrodomésticos que entrou para indústria dos games em 1994, com a plataforma PlayStation. Desde então, ela mantém o posto de uma das três maiores fabricantes de consoles.

Steam: plataforma de distribuição online de jogos criada e mantida pela Valve. Atualmente, é a maior loja do segmento, com mais de 1300 games disponíveis e 35 milhões de usuários registrados.

Super Nintendo (SNES): console de quarta geração lançado pela Nintendo em 1991. Sucedeu o Nintendo Entertainment System e é considerado um dos consoles de maior sucesso já produzidos.

TecToy: empresa brasileira que produz e distribui edições brasileiras de video games da japonesa SEGA. Também comercializou o Zeebo, console com conexão 3G desenvolvido inteiramente pela TecToy.

Third Party: desenvolvedoras de games que não possuem vínculo empresarial com o fabricante do console.

Third Person Shooter (Tiro em Terceira Pessoa): gênero caracterizado pela visão relativamente distante posicionada atrás do personagem sendo controlado. Exemplo: games da franquia Tomb Raider e Uncharted.

Upar: ato de desenvolver as habilidades de um personagem em games de RPG.
Varporware: termo que descreve games (e outros softwares) que entraram em fase de desenvolvimento e nunca foram terminados, mas, mesmo assim, não tiveram o seu cancelamento anunciado. Exemplo: “Star Craft: Ghost”, revelado em 2002.

Wii Mote: controle principal usado no Nintendo Wii. Assemelha-se a um controle remoto e incorpora funcionalidades de captura de movimentos, além de botões comuns.

 
Wii Nunchuck: controle secundário do Nintendo Wii. É usado principalmente como um auxiliar que contem o direcional analógico, mas também tem sensores de movimentos.

XBMC (Xbox Media Center): aplicativo de controle e interface de entretenimento multimídia utilizada no primeiro Xbox. Depois do lançamento do Xbox 360, o XBMC teve seu código fonte aberto e tem sido desenvolvido como um Media Center alternativo para o Mac, PC e Linux.

Xbox: console de sexta geração lançado pela Microsoft em 2001, concorrendo diretamente com o PlayStation 2 e o Nintendo Game Cube. Destacava-se pelo disco de armazenamento interno e pela recém-criada Xbox Live.

 
XBOX 360: console da Microsoft que sucedeu o Xbox em 2005. Entre as inovações, está o suporte a gráficos em alta definição e a consolidação da plataforma Xbox Live. Suas funcionalidades foram expandidas com o Kinect, acessório de captura de movimentos lançado posteriormente.

 
XBOX Live: plataforma online mantida pela Microsoft para distribuição de games e outros conteúdos. Além de ser parte integrante dos consoles Xbox, a Live, como é chamada, também estará presente nas versões futuras dos sistemas operacionais para PCs e portáteis.

XMB (XrossMediaBar): nome dado à interface visual utilizada nos consoles modernos da Sony, como o PS3 e PSP. Outros aparelhos da empresa também usam o XMB, como as HDTVs Bravia, notebooks Vaio e dispositivos Walkman. Foi apresentado pela primeira vez no PSX.

Zeebo: console produzido e comercializado pela TecToy no Brasil e em outros países emergentes. Possui gráficos comparáveis aos do primeiro PlayStation e seus jogos eram distribuídos exclusivamente pela Zeebo Net, a rede 3G sem fio utilizada pelo console. Foi descontinuado no Brasil em 2011.