quinta-feira, 15 de setembro de 2011

O futuro é agora! O que os desenvolvedores esperam da oitava geração de consoles?

Desenvolvedores também estão ansiosos para saber o que terão nas mãos para trabalhar.
Os rumores de que a Sony e a Microsoft já estão trabalhando em novas plataformas de jogo é tema recorrente entre os fãs de video games. Mesmo sem qualquer indício concreto de que as empresas realmente estejam envolvidas em tal empreitada não seria nenhuma surpresas se os departamentos de pesquisa e desenvolvimento das duas fabricantes realmente estiverem estudando as possibilidades do oitava geração de consoles.

Muitos sugerem que a Electronic Entertainment Expo de 2012 trará as primeiras amostras reais dos supostos Xbox 720 e PlayStation 4, no entanto, tudo não passa de especulação. Mesmo assim, os fãs e os próprios desenvolvedores já começam a fantasiar sobre o futuro dos video games.
Gráficos de altíssima qualidade, efeitos tridimensionais, interatividade e imersão sem controles... As possibilidades são restringidas apenas pela imaginação dos jogadores — e pelos próprios avanços tecnológicos da época. Mas quão ampla é a imaginação dos criadores de jogos?

Graficamente falando 

Se a próxima geração de consoles se aproxima uma coisa é inconteste entre a maioria dos jogadores e desenvolvedores: gráficos melhores! A cada salto evolutivo as plataformas se tornam capazes de entregar visuais melhores e mais arrojados.
Gráficos cada vez melhores (Fonte da imagem: Reprodução / Duke Nukem)
Entretanto, toda essa maravilha exige algum esforço. Além de exigirem hardwares cada vez mais robustos, a programação desses gráficos também se torna muito exigente. Alguns desenvolvedores comentaram que a próxima geração deve, necessariamente, contar com suporte para ferramentas gráficas de uso simplificado; que tornem a programação de jogos mais ágil.
Em suma, um hardware suficiente poderoso para suportar o que for “empilhado” nele. A ideia é entregar conteúdos pesados, sem perder tempo compilando e “renderizando” elementos gráficos para que possam rodar adequadamente no seu console.
Alan Willard, designer sênior da Epic Games, gostaria que a próxima geração fosse capaz de manipular objetos mais complexos. Assim, o trabalho dos artistas que se empenham na parte conceitual de um título seria traduzido para os video games com muito mais fidelidade.
De acordo com o designer da Epic Games, a matéria-prima de Marcus Fenix é infinitamente mais detalhada do que o modelo presente na versão final do jogo. Isso porque o console simplesmente não aguenta manipular todos os milhões de polígonos necessários para entregar tal nível de detalhamento.

Nathan Vella, diretor executivo da Capybara Games, segue a mesma linha, pedindo aos céus que a próxima geração seja capaz de oferecer máquinas com mais memória RAM. Como o próprio executivo esclarece, os jogos da sua empresa necessitam de muita memória RAM de vídeo, por conta da renderização de texturas dos cenários 2D em alta definição. Assim, um hardware mais robusto suportaria mais texturas e consequentemente visuais mais impressionantes.

Um por todos e todos por um

A próxima geração deve intensificar a divisão de marcas. Novas plataformas da Sony, Microsoft e Nintendo devem apostar em tecnologias próprias, que alavancarão a venda de conteúdos exclusivos.
Todavia, alguns criadores questionam a prática e sugerem que a oitava geração promova a unificação. Criar um jogo com suporte par ao Kinect é diferente e explorar os potenciais do Move, ou do Wii U. Assim, para realmente aproveitar melhor da próxima geração o ideal seria oferecer conteúdos multiplataformas que pudessem, de fato, explorar ao máximo todos os consoles.
Entretanto, ainda estamos longe de tal utopia. Assim, fica apenas a esperança de que todas as empresas sejam capazes de oferecer tecnologias e acessórios interessantes.
Dave Ranyard, da Sony Computer Entertainment Europe, foi além e afirma categoricamente: “... Só quero criar ótimos jogos, não me importo com a caixa na qual ele será embalado”. Sentimento compartilhado por David Amor, diretor executivo da Relentless Software.
No entanto, David Amor é um pouco mais radical e prega o “fim das plataformas”. De acordo com o executivo, é horrível — na pele de um desenvolvedor — depender de um equipamento caro (console) para que as pessoas possam ter acesso ao seu produto, trata-se de uma barreira muito grande.
Um console multifuncional é um bom caminho para começar, assim, as pessoas podem se sentir mais inclinadas a adquirir o aparelho, haja vista que seu investimento será recompensado por inúmeras funcionalidades.

Sem fio, sem controle e sem cartucho

Consoles com captura de movimento já são uma realidade e o Kinect mostrou que sequer precisamos de botões para jogar. Assim, fica fácil imaginar o que futuro dos video games passe pela introdução de novos acessórios baseados em tais tecnologias.

No entanto, o que realmente agrada aos desenvolvedores é o mercado de distribuição digital. A venda de jogos sem mídia física é algo que diminui os custos de produção e, consequentemente, de venda. Assim o jogador tem acesso a jogos mais baratos e, por conseguinte, compra mais.
Para Joonas Laakso, produtor da Bugbear, o PlayStation 4 e o Xbox 720, devem, necessariamente, expandir seus sistemas de distribuição digital. Seja via Steam ou por modelos próprios como a PSN e Xbox LIVE. O executivo acredita que esse sistema passa por um esquema de assinatura, similar ao que já existe na LIVE e PlayStation Plus. Assinantes terão acesso a conteúdos Premium e poderão, de fato, explorar seus consoles ao máximo.

Adaptação

Toda essa especulação é valida, mas para Eric Chahi — criador de From Dust e Out of this World — não importa o que vier pela frente, o que importa é se adaptar e aproveitar o que temos. O desenvolvedor explica que nunca se importou de trabalhar com o que tinha em mãos.
No final das contas, é exatamente isso que motiva o artista; encontrar formas de ser criativo apesar das limitações. O importante é criar algo interessante e que realmente tenha apelo entre os jogadores.
Mas e você, o que espera da próxima geração de consoles?
Via Baixaki Jogos

A evolução dos monitores [infográfico]

Do fósforo verde ao monitor holográfico. Onde vai parar a tecnologia das telas de computador?



Você pode achar que o monitor com caracteres verdes da trilogia Matrix é fruto da ficção, mas a verdade é que ele já foi mais real do que se imagina. E se hoje você pode ler este texto em um monitor de cristal líquido com milhões de cores, deve agradecer aos engenheiros e pesquisadores que permitiram tamanha evolução da tecnologia.
Os monitores começaram a surgir junto com a computação pessoal e evoluíram da mesma maneira. No final da década de 1970 apareceram os primeiros modelos compactos que poderiam ser utilizados em conjunto com máquinas da época (como o Apple II e algumas peças criadas pela IBM).
Foi nesse período que surgiram os monitores CRT (tubo) de fósforo verde, como o IBM 5151, lançado no ano de 1981. Os monitores de fósforo verde só podiam reproduzir uma cor (o verde, em várias tonalidades) e sofriam com o chamado “efeito fantasma”. Esse efeito era percebido quando os caracteres de texto eram trocados rapidamente ou quando havia rolagem na tela.

A IBM e o surgimento das cores

As primeiras placas de vídeo coloridas que surgiram no mercado trouxeram três padrões de vídeo para os consumidores. Lançado em 1981, o padrão CGA (Color Graphics Adapter) permitiu que algumas poucas cores chegassem às telas. No total, 4 cores principais e até 16 tonalidades podiam ser projetadas nas telas (dependendo da diminuição das resoluções para isso).
Três anos mais tarde, a mesma empresa anunciou a produção de placas EGA (Enhanced Graphics Adapter), que permitiam até 64 cores na tela. Assim como a geração anterior, o padrão EGA também foi criado para aumentar as vendas e consolidar o IBM PC como principal computador pessoal dos Estados Unidos.
(Fonte da imagem: Recycle Goods)
Em 1987, a IBM criou o seu último padrão exclusivo, o VGA.  Garantindo resoluções de até 800 x 600 pixels, foi o primeiro a permitir que até 256 cores estivessem carregadas. O conector criado para o sistema foi reaproveitado dois anos mais tarde, quando o consórcio VESA (Video Electronics Standards Association) desenvolveu o SVGA.

A importância das placas de vídeo

Ainda com as telas de tubos, no final da década de 1990 começaram a surgir as placas de vídeo mais avançadas, mais parecidas com as que conhecemos hoje. Além da memória, a preocupação com processadores especialmente criados para cálculos gráficos permitiu uma evolução enorme no segmento.
NVIDIA e ATI (atualmente AMD) começaram a corrida pela placa mais poderosa e as aceleradoras 3D mostravam que tinham chegado para ficar. Uma outra corrida começou a ser disputada no mesmo período: a busca pela popularização do cristal líquido.

E o LCD chega ao mercado

Muitas décadas atrás, o cristal líquido já havia sido incorporado a uma série de telas, mas o alto custo fez com que a produção delas fosse abandonada. Somente em 1997, monitores para desktop voltaram a ser criados com o material, ainda com preço elevado. Mais tarde, em 2007, pela primeira vez na história, o número de monitores e TVs de LCD superou o CRT em volume de vendas.
A alta qualidade dos monitores de LCD exigiu a criação de um novo padrão de transmissão de dados. Foi então que surgiu o DVI (Digital Visual Interface), que elevou as resoluções e permitiu que a computação chegasse a níveis jamais antes imaginados. O mesmo pode ser dito sobre o HDMI, que atualmente é o padrão digital mais utilizado.
(Fonte da imagem: divulgação / ASUS)
Uma das principais vantagens dos padrões digitais somados ao LCD é o aumento da taxa de frames por segundo. Graças a essas frequências maiores, os kits 3D puderam ser desenvolvidos e aplicados aos computadores.

Outras tecnologias

Você pode estar se perguntando: “onde estão os monitores de plasma?”. A verdade é que eles possuem pouca importância no mundo dos monitores de computador, pois passaram pouco tempo sendo utilizados. O plasma é recomendado para telas com mais de 40 polegadas e monitores raramente passam das 21.
No futuro, é possível que vejamos novas tecnologias surgindo. Como é o caso das telas OLED, que devem ser aperfeiçoadas em poucos anos e podem chegar ao mercado ainda nesta década. Um pouco mais para o futuro temos as telas de pontos quânticos e os monitores holográficos, que quando surgirem, serão a sensação da tecnologia.
.....
Como você viu, em 30 anos, a tecnologia dos monitores evoluiu bastante e ainda há muito o que ser explorado. Como serão os monitores daqui a cinco ou dez anos, ninguém sabe. Mas é bem verdade que a tecnologia avança a cada dia e imaginar telas holográficas e monitores 3D muito mais realistas não é sonhar demais.
Infográfico por: Bruna Fujie

Contagem regressiva para o fim do Windows XP

Antecipando o abandono do sistema operacional, site Última Contagem ainda manda você comprar o Windows 7.

Finalmente a contagem regressiva pelo fim do Windows XP começou. A gigante dos softwares, Microsoft, anunciou que cessará o suporte ao sistema no dia 8 de abril de 2014. Essa é a maneira que a empresa encontrou de estimular seus usuários a fazer o upgrade para novas versões, mesmo que o XP tenha sido, talvez, o Windows de maior sucesso até aqui.
Para aguardar o tão esperado momento, a Microsoft disponibilizou em sua página um widget que marca o tempo restante até o dia do fim ao suporte. Contudo, há uma grande ironia nesse aplicativo, pois ele só roda no Windows 7 ou Vista. Ou seja, você deve parar de usar o XP e fazer o upgrade para então poder monitorar o tempo restante para que você deva parar de usar o XP (?!).

Mas esse rastreamento do tempo restante pode ser feito de outra maneira. Uma página foi colocada no ar na internet, a qual mostra quantos dias faltam para que a Microsoft aposente de vez o Windows XP. Para quem quiser acompanhar, a contagem pode ser acessada pelo link Ultimacontagem.tk.

Dica enviada por email pelo leitor Paulo Henrique Santos Vasconcellos

Como instalar o Windows 8 em uma máquina virtual

Ensinamos como abrir o sistema operacional para matar a curiosidade
 
Logo depois da revelação oficial do Windows 8, ocorrida nesta terça-feira (13) na conferência BUILD, a mesma pergunta passou pela cabeça de todos que acompanharam o evento: “quando e como vou poder experimentá-lo?”. A primeira parte da pergunta foi respondida rapidamente: a partir da meia-noite, a mesma versão para desenvolvedores utilizada na apresentação podia ser baixada por qualquer usuário em um link fornecido pela empresa.
A outra questão é um pouco mais difícil de ser respondida. Se você não tem um PC sobrando ou acha que realizar a partição do HD é algo complicado, o jeito mais fácil e rápido para qualquer usuário é utilizar uma máquina virtual.
O problema é que, no caso desse Windows 8, algumas configurações bastante específicas precisam ser feitas. O Tecmundo preparou um passo a passo que ensina a você como instalar e abrir o sistema operacional em seu computador e começar desde já a acompanhar as novidades da nova versão.

Peraí, mas o que é isso?

A máquina virtual é um ambiente alternativo ao sistema operacional presente em seu computador, utilizada na maioria das vezes para testes ou como medida de segurança, já que o que acontece lá não influencia seus documentos originais.
 
Com a máquina virtual, você pode ter mais de um sistema operacional no PC.
Desse modo, ao emular o Windows 8 em um PC com Windows 7, por exemplo, nenhuma alteração é feita em seu computador – apenas a memória sofre uma leve sobrecarga, já que ela destina espaço para abrigar o novo sistema operacional.
No caso da Virtual Box, que é o criador de máquinas virtuais utilizado neste artigo, o novo sistema operacional é aberto em uma nova janela, como se fosse um programa comum.

Pré-requisitos

A primeira tarefa é baixar os dois componentes necessários para a emulação do sistema operacional: a versão para desenvolvedor do Windows 8 (que é pesada e leva bastante tempo para ser transferida) e o Virtual Box 4.1.2.73507, o aplicativo que torna a criação da máquina virtual possível.
Além disso, certifique-se de que seu processador possui a tecnologia de virtualização (virtualization technology, no original), o mecanismo que permite a criação de uma máquina virtual. Caso você não tenha essa certeza, normalmente, essa informação está presente no site do fabricante ou no manual do produto.

Criando a máquina virtual

1) Abra o Virtual Box normalmente. Durante a instalação, alguns popups da Oracle surgem na tela com novos itens a serem adicionados. Eles são complementos que possibilitam a criação da máquina virtual, além de adaptadores de rede e USB, portanto aceite todos e siga com o processo normalmente.

2) Após a instalação, abra o Virtual Box e clique em “Novo” para iniciar a criação de uma nova máquina virtual. Vá em “Next” para iniciar a configuração.
3) Na nova janela, você deve selecionar o nome da máquina virtual e o sistema operacional que ela deve emular. Aqui começam as gambiarras para fazer com que o Windows 8 funcione normalmente.
Batize-a normalmente como Windows 8, mas selecione “Microsoft Windows” e “Windows 7” na opção “Tipo de SO”. Clique em “Next” e avance para o próximo passo.

4) O próximo passo é selecionar o quanto de sua memória RAM será destinada ao sistema operacional emulado. Para não sobrecarregar o computador, recomendamos que apenas metade seja selecionada. Posicione a seta exatamente no meio e clique em “Next” para avançar.

5) Na próxima janela, certifique-se de que as opções “Arrancar disco rígido” e “Criar novo disco rígido” estejam selecionadas. Na janela seguinte, marque a opção “VDI (Virtual Disk Image”) e vá em “Next”.
Na próxima, clique em “Fixado” e avance novamente. Essas marcações significam que apenas uma imagem do sistema operacional será aberta em seu computador, mas um espaço “real” e fixo será utilizado para rodá-lo.
6) Na janela seguinte, coloque novamente “Windows 8” na caixa de texto. Na opção de baixo, que corresponde ao tamanho da máquina virtual, você pode deixar os 20 GB sugeridos pelo programa ou aumentar um pouco o valor, mas sem cometer exageros.
7) Na próxima janela, as informações relativas à máquina virtual aparecem para conferência.

Se tudo estiver correto, clique em “Create” e aguarde o processo, que pode demorar de 5 a 30 minutos, dependendo de quanto espaço do disco rígido você selecionou nos passos anteriores.

Configurando a máquina virtual

1) Quando a tarefa terminar, vá em “Create” novamente para ser direcionado à página da máquina virtual, que contém todas as informações necessárias sobre o novo sistema.
2) Selecione o Windows 8, clique em “Definições” e vá em “Sistema”. Na aba inicial, selecione a opção “Ativar IO APIC” e desmarque “Enable absolute pointing device”, caso ela esteja selecionada.

3) Agora mude para a aba “Processor” e marque a opção “Ativar PAE/NX”. Em “Acceleration”, marque as duas caixas presentes na janela (“Ativar VT-x/AMD-v” e “Ativar Nested Paging”).
4) No menu lateral, clique em “Armazenamento”. Vá em “Controlador IDE” e selecione a opção “Vazio”. Em “Atributos”, clique no ícone em formato de disco e vá em “Escolher um ficheiro de CD/DVD virtual”. Agora você deve procurar a versão do Windows 8 que você baixou e selecioná-la.

5) Com tudo configurado, vá em “Ok” para retornar à janela inicial da máquina virtual recém-criada. Clique em “Iniciar” para rodá-la de vez. Na janela de instalação, selecione itens como o idioma, o formato de disposição das horas e o tipo de teclado (recomendamos deixar todos os itens em “United States”). Ao final do processo, o Windows 8 já estará rodando em seu computador, pronto para ser testado.
 
Se você fez tudo certo, a próxima janela é a da Metro UI. (Fonte da imagem: AddictiveTips)
Nas próximas vezes em que você for emular a máquina virtual, basta abrir o Virtual Box, clicar direto na opção do Windows 8, ir em "Iniciar" e aproveitar as novidades do novo sistema operacional da Microsoft.
...
Pronto! Agora você pode aproveitar a qualquer hora todas as novidades contidas na versão para desenvolvedores do Windows 8. Conseguiu realizar o passo a passo? O que achou do novo sistema operacional? Deixe seu comentário e até a próxima!


Resident Evil 6 será brutalmente assustador


Game deve ser revelado sábado durante a Tokyo Game Show 2011.

 
Segundo fontes anônimas ouvidas pela revista americana EGM, Resident Evil 6 será “brutalmente assustador” e levará à franquia de volta às suas origens. De acordo com o informante da publicação, o título deve ser anunciado durante a Tokyo Game Show 2011, que abre suas portas oficialmente em algumas horas.
A Capcom não se pronunciou oficialmente sobre o assunto, alegando apenas que ainda não existem informações sobre Resident Evil 6. Rumores, surgidos desde a Comic-Con 2011, dão como certo o anúncio do game durante o evento japonês.
Via Baixaki Jogos