sábado, 29 de outubro de 2011

Video Games - O dicionário de A a Z

Não compreende algum termo utilizado no Baixaki Jogos ou falado na roda de amigos gamers? Confira esse dicionário e acabe com suas dúvidas!

Há tempos que os video games deixaram ser uma mera brincadeira de criança para se tornar a maior indústria do entretenimento da atualidade, deixando para trás a música e o cinema. Além de movimentar bilhões de dólares por ano, o setor também criou uma cultura própria, com direito a vocabulário de termos técnicos e nomes populares dedicado a ela.
O Tecmundo preparou este dicionário que pode ajudar você a sanar suas dúvidas sobre os termos mais utilizados neste meio. Considerando que o volume de informações é absurdamente grande, as explicações se limitam a uma breve descrição sobre cada nome, o suficiente apenas para você saber do que se trata na próxima vez que alguém o usar. Confira!
Utilize o glossário abaixo para obter informações sobre o termo desejado:
AAA Action RPG Adventure  Alpha Version  Arcade
Atari  Atari 2600 Beta Blu-Ray Bravia Sync
Build Bundle Cheater (Xiter) Co-op Dashboard
Developer DLC Dreamcast Dual Shock Dungeon
DVD Engine ESRB EULA Exploit
Eye Toy Famicon Fat  First Party Force Feedback
FPS Friend Code Game Boy Game Boy Advance(GBA)  Game Boy Color
Game Cube (NGC) Game Link GDC / E3 / GC / TGS / CES Glitch Gold (Has gone gold)
GOTY Guild Hype IGA – In Game Advertising Indie
IP ISP JoyPad Joystick Kinect
Lag Mega Drive Memory Card Microsoft MMO
MMORPG Modem NA Motion Controller
Multiplayer 
N64 NES  NGP Nintendo  Nintendo 3DS
Nintendo DS Nintendo DS Lite Nintendo DSi Nintendo DSi XL Nintendo Wii
Noob NPC Origin Ping Platformer
PlayStation PlayStation 2 PlayStation 3 PlayStation Move PlayStation Network
PlayStation One PlayStation Portable PlayStation Store Prequel PSX
Publisher Puzzle Redeem Code Remake Retail
RPG  RTS Rumble Pack Rushar SCE
SDK Second Party SEGA SEGA Genesis Sequel
Shoot-em-up Side scrooling Sixaxis Slim Sony
Steam  Super Nintendo TecToy Third Party Third Person Shooter
Upar Vaporware Wii Mote Wii Nunchuck XBMC
XBOX XBOX 360 XBOX Live XMB Zeebo
         
AAA (títulos AAA): termo popular que conota os games com alto valor investido na produção e publicidade. Geralmente é atribuído a sequências de franquias populares, como Call of Duty, Zelda e Halo.

Action RPG: gênero em que as características de um RPG tradicional (atributos de personagem, inventário, exploração) são implementadas em um game de ação rápida. Diferencia-se de um RPG “puro” por não ser baseado em turnos. Exemplo: Diablo, Neverwinter Nights.

Adventure: gênero de jogo caracterizado por uma trama geralmente linear e jogabilidade orientada a superação de obstáculos no cenário, além do fato de ser dividido por fases (ou níveis). Exemplos: Mario, Sonic, Crash Bandicoot e Donkey Kong.

Advergame: estratégia de marketing que faz o uso de games como veículo de divulgação de uma determinada marca. É mais utilizada em jogos simples que são acessados em sites e rodam diretamente do navegador.

Alpha Version: versões de testes preliminares de games e outros softwares. Diferente das versões Beta, “Alpha Releases” têm apenas os requisitos mínimos para que possa ser executado, com a sua funcionalidade principal ainda incompleta.

Arcade: console de video game montado em um gabinete grande que inclui o monitor e sistema de som, quase sempre, mantidos em estabelecimentos comerciais. O termo também é usado para definir jogos de consoles domésticos que tem a jogabilidade igualmente curta e rápida.

Atari: primeira empresa de video games a comercializar consoles de consoles caseiros, em um tempo em que só existiam as máquinas de arcade (fliperama). Deixou de produzir consoles em 1984, depois do “Video Game Crash” de 1983.

Atari 2600: console produzido pela Atari Corporation lançado em 1977. É conhecido como o primeiro a usar o conceito de jogos carregados em cartuchos, permitindo que a mesma máquina possa rodar vários títulos diferentes, além de conceituar o primeiro controle de propósito genérico: o joystick.

Beta: nome dado à versão de pré-lançamento de um jogo ou qualquer outro software. Muitas empresas permitem que o público tenha acesso a versões Beta, dando aos usuários a oportunidade de testar e opinar sobre o produto não finalizado.
Blu-ray: mídia de armazenamento de dados em disco ótico. É considerado o sucessor do CD e do DVD, com até 50 GB de espaço. É usado como mídia primária para os jogos do PlayStation 3.

Bravia Sync: tecnologia usada pela Sony que permite a interoperabilidade entre vários dispositivos diferentes. O recurso está presente na versão Slim do PlayStation 3, permitindo que o controle remoto de uma TV Bravia possa interagir com as funcionalidades multimídia do console. Requer conexão HDMI para funcionar.

Build: conota o versionamento das funcionalidades de um game (ou qualquer outro software) à medida que ele é produzido. Usado frequentemente como um sinônimo de “versão”.

Bundle: nome dado à prática de comércio que procura incluir itens de brinde juntamente com o produto principal, aumentando a atratividade. Muito usado em consoles de video games, que incluem um ou mais jogos na mesma caixa do hardware.

Cheater (Xiter): jogador que utiliza algum tipo de artifício para obter vantagem durante um game, por meio de códigos de trapaça (“cheat codes”) ou utilizando softwares externos.


Co-op: característica de games para vários jogadores (multiplayer) em que os participantes precisam cooperar entre si para poder avançar no jogo. Geralmente, os adversários são personagens controlados por computador em vez de outros jogadores humanos.

Dashboard: nome dado ao sistema de menus no sistema operacional do Xbox 360.

Developer: desenvolvedores de software especializados na produção de jogos eletrônicos. São responsáveis pelo processo de concepção, codificação, design e teste dos games. Geralmente, são afiliados a uma distribuidora ou ao próprio fabricante dos consoles. Ex: Infinity Ward, com a franquia Call of Duty, e RareWare, com a franquia Donkey Kong que pertence à Nintendo.

DLC: acrônimo de “downloadable content” (“conteúdo para download”). Conteúdo adicional para jogos vendidos e distribuídos pela internet.

Dreamcast: console de sexta geração lançado pela Sega em 1998. Foi o sucessor do Sega Saturn. Não teve o sucesso de vendas esperado e acabou descontinuado em 2006.

Dual Shock: nome dado aos controles do PlayStation, PlayStation 2 e PlayStation 3. Lançado como uma versão melhorada do controle original no PlayStation em 1999, adicionando a ele as funcionalidades de vibração e os dois direcionais analógicos.

Dungeon: locais isolados do ambiente principal em um game que podem ser explorados pelo jogador. Frequentemente, dungeons oferecem mais perigos do que a área principal e escondem recompensas mais valiosas. O termo vem dos “calabouços” dos jogos de RPG.

DVD: acrônimo de “Digital Versatile Disc” (Disco Versátil Digital). Disco de armazenamento digital em mídia ótica com 4,7 GB de espaço na versão de uma camada e 8,5 GB na de duas camadas (dual-layer). É o formato principal para os jogos do Xbox, Xbox 360 e PlayStation 2.

Engine: software com a base de gerenciamento núcleo usado no desenvolvimento de jogos. Tem como propósito isolar as funcionalidades genéricas mais complexas nos games, como a física, iluminação e comportamento computacional, permitindo que o mesmo “motor” seja usado como base em vários títulos diferentes.
Um exemplo é a Unreal Engine, que já serviu de base para jogos como Gears of War, Batman Arkham City e Bioshock, além do próprio Unreal Tournament 3.

ESRB (Entertainment Software Rating Board): instituição que avalia e regulamenta jogos eletrônicos na América o Norte. Depois de passar pelos testes da ESRB, os games recebem um selo na embalagem que simboliza a qual faixa etária ele é apropriado, de acordo com a maturidade do conteúdo apresentado ao jogador. As instituições PEGI, CERO, USK OFLC e GRB são suas equivalentes em outras regiões do mundo.

EULA (End User License Agreement): sigla de “Acordo de Licenciamento ao Usuário Final”. É um documento que especifica as condições e limitações implicadas ao uso de um software ou jogo eletrônico. Geralmente, é apresentado ao usuário no momento da instalação ou antes da primeira execução de um game.

Exploit: termo que denomina uma abertura ou falha de segurança de um software ou hardware que pode ser explorada por hackers. Quase sempre, um “exploit” é estudado com a intenção de se modificar algo, como permitir que o console rode uma cópia irregular do jogo.

Eye Toy: acessório para o PlayStation 2 que possibilita a captura de vídeo através de uma câmera. Usada para interação em alguns jogos específicos, como o Eye Toy: Play, além de adicionar novas funcionalidades a outros, como no The Sims 2.

Famicon: primeira versão do Nintendo Entertainment System (NES), lançado exclusivamente no Japão, em 1983.

Fat: (ou “Phat”) é o termo não oficial usado para denominar as versões primárias de consoles que, posteriormente, foram relançados em versões menores (Slim).

First Party Game: denomina os títulos produzidos pela própria fabricante do console. Exemplo: os games do Mario, que são desenvolvidos pela própria Nintendo.

Force Feedback: funcionalidade de periféricos de video game que permite que o usuário sinta a experiência transmitida através do tato, quase sempre com vibrações. Usado em controles de uso geral e em periféricos mais específicos, como volantes de corrida.

FPS (First Person Shooter): define os games que têm como principal característica uma interface parecida com a humana, em que o jogador tem a visão em primeira pessoa e, quase sempre, empunha uma ou mais armas de fogo. Ficou imortalizada depois do game Doom, em 1993.

Friend Code: código de usuário usado na rede Nintendo Wi-Fi Connection para autenticar os jogadores, além de permitir a criação de listas de amigos específicas para cada game.

Game Boy: video game portátil lançado pela Nintendo em 1989. Considerado um dos maiores sucessos de vendas para um console até hoje.

Game Boy Advance: console portátil que sucedeu o Game Boy Color em 2001. Além de ser menor, ele tinha capacidade gráfica aprimorada, sendo considerado um dos melhores consoles com gráficos exclusivamente bidimensionais (2D).

Game Boy Color: sucessor do Game Boy, lançado em 1998. Entre as inovações, está a tela colorida ligeiramente maior e a possibilidade de conexão com outros jogadores, além de ter o tamanho reduzido.

Game Cube (NGC): console de sexta geração lançado pela Nintendo em 2002, concorrendo com o PlayStation 2 e o Xbox. Foi o primeiro video game da empresa a usar mídias óticas em vez de cartuchos. Deixou de ser produzido em 2007.

Game Link: cabo de transmissão de dados usado pela Nintendo na família de consoles Game Boy. Permitia a comunicação entre os consoles para jogabilidade multiplayer.

GDC / E3 / GC / TGS / CES: grandes eventos que reúnem vários desenvolvedores, distribuidores e fabricantes da indústria do video game. Revelações de grandes títulos e outras novidades geralmente acontecem nesses eventos.

Glitch: falha, ou “bug” encontrado em algum aspecto de um game.

Gold (has gone Gold): termo utilizado para games que chegaram perto do fim do desenvolvimento, com um possível lançamento iminente.

GOTY (Game of The Year Edition): versões especiais de games que receberam o título de “Jogo do Ano”. Quase sempre, versões GOTY incluem conteúdos adicionais não disponíveis nas versões do primeiro lançamento.

Guild: grupo de profissionais de uma mesma área ou facção que compartilham recursos e missões entre si. Guilds quase sempre estão presentes em jogos RPG.

Hype: expectativa que antecede a chegada de um jogo. Games aguardados fortemente por muitos gamers e críticos costumam receber um grande "hype", que envolve anúncios, relatos, especulações e boatos.

IGA (In Game Advertising): anúncios publicitários feitos dentro de games. Outdoors virtuais posicionados no cenário ou empresas e produtos reais inseridas na história fictícia servem esse fim.

Indie: games que foram produzidos de forma independente, que não receberam o apoio de uma distribuidora para serem desenvolvidos e vendidos.

IP (Intelectual Property): denota a propriedade intelectual de uma determinada empresa.

ISP (Internet Service Provider): empresa especializada em disponibilizar links de comunicação com a internet.

JoyPad: termo usado para os controles de video game com propósito versátil. Diferencia-se do Joystick por ter vários botões e pelo posicionamento da mão do usuário, que segura uma base em vez de uma haste (“stick”). Também denomina os controles genéricos de games para PC.

 Joystick: controle de vídeo game caracterizado por uma haste direcional acompanhada de um ou mais botões. Está presente em máquinas de arcade e em consoles mais antigos, como no Atari 2600.

Kinect: acessório para o XBOX 360 lançado em 2010. Adicionou ao console funcionalidades orientadas à captura de vídeo, movimento e voz. Compatível com as duas versões do video game.

Lag: termo que denomina o atraso na resposta que prejudica a fluidez de um game, seja por insuficiência de hardware ou por problemas na conexão de rede sendo usada durante o jogo.

Mega Drive: versão brasileira do Sega Genesis, o console de quarta geração lançado pela Sega em 1990.

Memory Card: acessório utilizado por vários consoles como uma unidade de armazenamento removível, permitindo que o progresso nos jogos possa ser salvo.

Microsoft: empresa especializada em sistemas operacionais para PCs que entrou na indústria dos games em 2001, com o console Xbox. Está entre as três maiores fabricantes de consoles da atualidade.

MMO (Massive Multiplayer Online): games que tem como principal característica a jogabilidade online entre centenas, e até milhares, de jogadores. Exemplo: World of Warcraft, Eve Online e Second Life.

MMORPG (Massive Multiplayer Online RPG): games multiplayer online com suporte a muitos jogadores e com a jogabilidade focada ao RPG.

Modem NA (Network Adpter): adaptador de rede vendido separadamente como um acessório em consoles sem essa funcionalidade. Foi usado no PlayStation 2 e Nintendo Game Cube.

Motion Controller: controle de vídeo game que trás algum tipo de funcionalidade baseada na captura de movimentos. Presente no Nintendo Wii, PlayStation Move e no Kinect.

Multiplayer: modo de jogo em que dois ou mais jogadores interagem entre si, seja competindo ou cooperando.

N64 (Nintendo 64): console de quinta geração lançado pela Nintendo em 1996. Destacou-se pela alta aderência aos recém-adotados jogos tridimensionais.


NES (Nintendo Entertainment System): primeiro console lançado pela Nintendo no mercado ocidental, em 1985. Ficou imortalizado por trazer aos video games caseiros o conceito de Side Scroling e jogos de plataforma, além de ser a “casa” dos primeiros Mario, Zelda e Metroid.

NGP (Next Generation Portable): codinome usado pela Sony para denominar o sucessor do PSP durante o desenvolvimento. Posteriormente, o nome oficial passou a ser PlayStation Vita.

 
Nintendo: fundada em 1889 em Kyoto, no Japão, a Nintendo passou de uma empresa que produzia jogos de carta e tabuleiro para o público infantil para um dos maiores nomes na indústria do entretenimento eletrônico. Alguns personagens criados por ela, como o Mario e o Link (do Zelda) são reconhecidos como ícones do video game até hoje.

Nintendo 3DS: console portátil que sucedeu o Nintendo DS. É reconhecido como o primeiro video game a trazer as imagens 3D estereoscópicas sem óculos ao mundo dos games.

Nintendo DS: console portátil que sucedeu o Game Boy Advance. Sua principal característica é o uso de duas telas simultaneamente, sendo que uma delas é sensível ao toque.

Nintendo DS Lite: uma versão menor e mais leve do Nintendo DS, lançado em 2006. Sua tela possui brilho aprimorado, que contribui para aumentar a duração da bateria.

Nintendo DSi: sucedeu o Nintendo DS Lite em 2009. Além de ter processador, memória RAM e armazenamento interno expandidos, o DSi também tinha duas novas câmeras de video e slot de expansão para cartão SD.

Nintendo DSi XL: a quarta versão do Nintendo DS lançado em 2009. Similar ao DSi em todos os aspectos, exceto pela tela que passou de 3,25 para 4,2 polegadas. O “XL” vem de “eXtra Large”.

Nintendo Wii: console de sétima geração lançado pela Nintendo em 2006. Diferente dos concorrentes, o desenvolvimento do Wii foi focado mais no aprimoramento da jogabilidade do que na “guerra de gráficos”. É o primeiro console a suportar controles com sensores de movimento nativamente, sem adição de acessórios.

Noob: termo informal atribuído a jogadores que são considerados iniciantes em um game e, por esse motivo, ainda não dominam as particularidades do jogo.

NPC (Non Playing Character): nome dado aos personagens não jogáveis encontrados nos games. Distingue-se de simples “minions” por ter atributos e comportamentos parecidos com os dos personagens controlados pelo jogador.

Origin: plataforma de distribuição de jogos online mantida pela EA Games. Diferente do Steam, apenas jogos distribuídos pela Electronic Arts estão à venda na loja virtual.
Ping: ferramenta administrativa que detecta a disponibilidade de um host na rede. Nos games, o termo denomina o tempo de resposta entre dois ou mais consoles (ou PCs). O tempo é medido em milissegundos e, quanto maior o número, mas prejudicada fica a jogabilidade.

Platform (jogo de plataforma): gênero de game caracterizado pela necessidade de se superar obstáculos fazendo o personagem saltar entre várias plataformas. Tornou-se um dos gêneros mais populares da indústria graças ao designer Shigeru Miyamoto, com o primeiro jogo do Mario.

PlayStation (PS): primeiro console da Sony lançado em 1994. Destacou-se por usar discos compactos em vez de cartuchos, aumentando muito o espaço de armazenamento disponível para os jogos, além de ter introduzido um leitor de CDs de músicas na época em que a tecnologia ainda era uma novidade.

PlayStation 2 (PS2): sucessor do primeiro PlayStation, lançado em 2000. Não só foi console de sexta geração de maior sucesso, mas também o video game mais vendido da história. Assim como o PlayStation, o PS2 tinha o atrativo de também poder tocar filmes em DVD no tempo em que o novo formato estava sendo adotado.

 
PlayStation 3 (PS3): sucedeu o PlayStation 2 em 2006. Suas principais inovações são os gráficos de alta definição nativos, a introdução da rede PlayStation Network e o uso dos discos de Blu-ray como mídia primária para os jogos.

 
PlayStation Move: kit de acessórios para o PlayStation 3 que adiciona controles com captura de movimento para console. Similarmente ao Wii, o jogador pode usar um ou ambos os controles manuais simultaneamente, dependendo da necessidade de cada jogo. A câmera do kit também pode detectar a distância entre o controle e o monitor.

PlayStation Network (PSN): plataforma online com serviços de partidas multiplayer e distribuição de conteúdo virtual para os consoles da Sony. Foi introduzida juntamente com o PlayStation 3.

PlayStation One (PSOne): versão menor (ou “slim”) do primeiro PlayStation. Um acessório que servia como uma tela LCD portátil também foi apresentada no lançamento, em 2007.

PlayStation Portable (PSP): console portátil lançado pela Sony em 2004.

PlayStation Store: loja vitual de jogos e aplicativos usados pelo PlayStation 3 e pelo PSP. É parte integrante da rede PlayStation Network.

 
PlayStation Vita: console portátil da Sony com o seu lançamento programado para 2012. Usou o nome de “NGP” durante o seu desenvolvimento e é conhecido como o sucessor do PSP.

Prequel: definição dada a games, filmes e outras obras que usam uma narrativa temporal anterior à outra já existente. Exemplo: o game “Metal Gear Solid 3: Snake Eater” é um “prequel” do Metal Gear Solid lançado para primeiro PlayStation.

PSX: dispositivo de central multimídia baseado no console PlayStation 2. Foi lançado somente no Japão e obteve pouco sucesso devido ao alto preço. O nome é erroneamente usado para denominar o PlayStation. Foi o primeiro dispositivo a utilizar a interface XMB.

Publisher: empresa que distribui jogos produzidos por outros desenvolvedores terceirizados (developers) ou por ela mesma. Exemplo: Activision Blizzard, que distribui jogos próprios, como a franquia Warcraft, além de comercializar games de muitas outras empresas.

Puzzle: gênero de jogo focado na resolução de problemas lógicos. O termo também é utilizado para definir situações similares encontradas em games que não tem o “puzzle” como gênero primário.

Redeem Code: código de acesso utilizado para autenticar e disponibilizar o conteúdo digital ao usuário que o adquiriu. Utilizado na PlayStation Store.

Remake: nome dados aos games produzidos em forma de atualização tecnológica de outro jogo mais antigo. Exemplo: Resident Evil Remake, uma versão do primeiro Resident Evil refeita para o Nintendo Game Cube.

Retail: versões de games vendidos individualmente em mídias físicas. Termo usado para diferenciar o jogo físico da sua contraparte disponível em lojas virtuais. Traduzido como “varejo”.


RPG: no mundo dos games, RPG denomina os jogos que têm em sua essência as mesmas características do jogo de mesa com o mesmo nome. Em suma, jogos de RPG desenvolvem uma história principal ao mesmo tempo em que explora a evolução de um ou mais personagens. Atributos quantitativos, equipamentos, quests e inventários também são características-chave de um RPG.

RTS (Real Time Strategy): gênero de jogo com a jogabilidade centrada em comandos táticos e econômicos dados a varias unidade de uma facção. Exemplo: jogos da franquia Command and Conquer, Age of Empires e Star Craft.

Rumble Pack: acessório para Nintendo 64 que adicionava funcionalidades de Force Feedback ao controle, fazendo o periférico vibrar dependendo das ações realizadas durante o jogo.

Rushar: ato de se antecipar ao seu adversário e executar táticas ofensivas antes do momento esperado. Usado principalmente em jogos RTS.

SCE (Sony Computer Entertainment): divisão dedicada ao desenvolvimento, marketing, distribuição e ao suporte para todos os produtos de entretenimento eletrônico da Sony. Marcas como PlayStation, Uncharted e God of War são propriedades da SCE.

SDK (Software Development Kit): pacote com as ferramentas de desenvolvimento necessárias para se produzir softwares de uma natureza específica.

Second Party: empresa de desenvolvimento de jogos afiliada diretamente a um fabricante. Exemplo: Bungie (produtora dos jogos Halo), afiliada à Microsoft.

SEGA: empresa japonesa que entrou para o mercado de entretenimento eletrônico em 1983, competido com outras empresas como Atari e Nintendo. Uma reestruturação organizacional fez com que a SEGA deixasse de produzir hardware em 2001, focando apenas em software.

SEGA Genesis: console de quarta geração lançado pela SEGA em 1989. Foi o maior concorrente do NES e do Super Nintendo durante os anos em que estava em produção. Considerado “casa” do personagem mais famoso da empresa: Sonic. Foi comercializado no Brasil com o nome de Mega Drive.

Sequel: game que foi produzido como uma sequência da narrativa já vista em outro jogo anterior.
Shoot-´em-up: gênero com a jogabilidade centrada em atirar e destruir inimigos numerosos que aparecem na tela, ao mesmo tempo em que se evita ser atingido. Geralmente, o cenário se move de cima para baixo. Muito utilizado em jogos de naves espaciais.

Side Scrolling: conceito empregado em games que possuem um cenário não estático que se movimenta por completo à medida que o personagem avança.

Sixaxis: primeira versão do controle sem fio do PlayStation 3. Foi substituído pelo atual Dual Shock 3 que, diferente dele, incorpora as funcionalidades de vibração.

Slim: nome dado a versão menor e mais aprimorada de um console que já havia sido lançado anteriormente.

Sony: gigante japonesa do setor de eletrônicos e eletrodomésticos que entrou para indústria dos games em 1994, com a plataforma PlayStation. Desde então, ela mantém o posto de uma das três maiores fabricantes de consoles.

Steam: plataforma de distribuição online de jogos criada e mantida pela Valve. Atualmente, é a maior loja do segmento, com mais de 1300 games disponíveis e 35 milhões de usuários registrados.

Super Nintendo (SNES): console de quarta geração lançado pela Nintendo em 1991. Sucedeu o Nintendo Entertainment System e é considerado um dos consoles de maior sucesso já produzidos.

TecToy: empresa brasileira que produz e distribui edições brasileiras de video games da japonesa SEGA. Também comercializou o Zeebo, console com conexão 3G desenvolvido inteiramente pela TecToy.

Third Party: desenvolvedoras de games que não possuem vínculo empresarial com o fabricante do console.

Third Person Shooter (Tiro em Terceira Pessoa): gênero caracterizado pela visão relativamente distante posicionada atrás do personagem sendo controlado. Exemplo: games da franquia Tomb Raider e Uncharted.

Upar: ato de desenvolver as habilidades de um personagem em games de RPG.
Varporware: termo que descreve games (e outros softwares) que entraram em fase de desenvolvimento e nunca foram terminados, mas, mesmo assim, não tiveram o seu cancelamento anunciado. Exemplo: “Star Craft: Ghost”, revelado em 2002.

Wii Mote: controle principal usado no Nintendo Wii. Assemelha-se a um controle remoto e incorpora funcionalidades de captura de movimentos, além de botões comuns.

 
Wii Nunchuck: controle secundário do Nintendo Wii. É usado principalmente como um auxiliar que contem o direcional analógico, mas também tem sensores de movimentos.

XBMC (Xbox Media Center): aplicativo de controle e interface de entretenimento multimídia utilizada no primeiro Xbox. Depois do lançamento do Xbox 360, o XBMC teve seu código fonte aberto e tem sido desenvolvido como um Media Center alternativo para o Mac, PC e Linux.

Xbox: console de sexta geração lançado pela Microsoft em 2001, concorrendo diretamente com o PlayStation 2 e o Nintendo Game Cube. Destacava-se pelo disco de armazenamento interno e pela recém-criada Xbox Live.

 
XBOX 360: console da Microsoft que sucedeu o Xbox em 2005. Entre as inovações, está o suporte a gráficos em alta definição e a consolidação da plataforma Xbox Live. Suas funcionalidades foram expandidas com o Kinect, acessório de captura de movimentos lançado posteriormente.

 
XBOX Live: plataforma online mantida pela Microsoft para distribuição de games e outros conteúdos. Além de ser parte integrante dos consoles Xbox, a Live, como é chamada, também estará presente nas versões futuras dos sistemas operacionais para PCs e portáteis.

XMB (XrossMediaBar): nome dado à interface visual utilizada nos consoles modernos da Sony, como o PS3 e PSP. Outros aparelhos da empresa também usam o XMB, como as HDTVs Bravia, notebooks Vaio e dispositivos Walkman. Foi apresentado pela primeira vez no PSX.

Zeebo: console produzido e comercializado pela TecToy no Brasil e em outros países emergentes. Possui gráficos comparáveis aos do primeiro PlayStation e seus jogos eram distribuídos exclusivamente pela Zeebo Net, a rede 3G sem fio utilizada pelo console. Foi descontinuado no Brasil em 2011.

Chamadas entre telefones de operadoras diferentes podem ficar mais baratas

Anatel promete tarifas até 25% menores para aparelhos fixos e móveis nos próximos três anos.


Se você faz várias ligações em seu celular, já deve saber que o valor cobrado nas chamadas para celulares de outras operadoras é maior do que quando ambos pertencem à mesma empresa. Mas essa tarifa alta está com os dias contados, já que a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) pretende diminuir as taxas em até 25%.
Segundo a Agência Estado, o órgão aprovou a redução da chamada tarifa de interconexão, que é o valor cobrado nesse tipo de ligação. A taxa passaria de R$ 0,42 para R$ 0,30 em até três anos, a partir de uma redução gradual. O anúncio foi feito pelo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, que afirmou que o número deve cair ainda mais após 2014.
A decisão pode cortar uma receita de até R$ 4 bilhões das operadoras, mas Bernardo acredita que não haverá perda de lucro, já que a queda de preços incentiva o uso de celular por parte da população.

Fixo para celular

Outra tarifa que deve sofrer quedas é a cobrada em ligações de telefones fixos para móveis, independentemente da operadora. A taxa cobrada faz parte da mesma tarifa de interconexão, mas passaria de R$ 0,54 para R$ 0,42.

sábado, 22 de outubro de 2011

Erro 404: como seria o mundo se a Apple não existisse

Steve Jobs revolucionou o mundo da tecnologia com sua empresa. Duvida? Então veja como seria nossa vida sem as inovações da Apple.

Você pode até dizer que a única diferença entre um Mac e um PC é a Maçã na tampa dos notebooks. Mas é preciso admitir que a Apple é uma das empresas de informática que mais influenciou o mercado nas últimas décadas. Algumas das inovações criadas por Steve Jobs foram vitais para que a tecnologia chegasse ao ponto em que está hoje.
Duvida? Então imagine um smartphone sem tela touchscreen, um computador sem interface gráfica, notebooks mais pesados do que Crysis 2 e players multimídia portáteis que ainda estariam rodando mídias físicas (CDs, DVDs e Blu-rays). Ainda está duvidando? Sendo assim, confira mais detalhes de como seria o mundo se a Apple não existisse.

Smartphones: teclas e mais teclas

Antes de Steve Jobs lançar o iPhone, a grande maioria dos telefones tinha mais de 50% da estrutura dominada por teclados. Os smartphones mais utilizados antes da “Era Apple” eram os da marca Blackberry e, não fosse a Apple, possivelmente eles ainda seriam os maiores representantes do segmento dos aparelhos inteligentes.
O problema é que, mesmo sem todas as vantagens oferecidas pela tecnologia multitoques, os smartphones ainda teriam uma grande gama de funcionalidades. Acessar a internet seria algo simples, mas para se divertir com games e controlar a interface gráfica os celulares precisariam ser conectados a mouses e teclados.
Quero ver alguém reclamar que não consegue achar alguma tecla...
Angry Birds, um dos maiores clássicos da geração portátil, não teria feito sucesso. Imagine como seria controlar as aves pelo teclado do celular. É possível que as lojas de aplicativos fossem repletas de games como Tetris, Snake e Lógica, além de outros um pouco mais avançados, como Parachute (clássico da Nokia).
Sem os smartphones, tablets também não seriam produzidos, pois as interfaces touchscreen ainda seriam muito rudimentares. Talvez até existissem ferramentas similares, mas as telas resistivas (com suporte para apenas um toque na tela) dominariam o mercado. O que seria da sua vida sem o multitouch?

Onde está minha interface gráfica?

Em 1983, a Apple lançou no mercado o computador Lisa, que trouxe algumas revoluções para o mercado das interfaces gráficas. Foi por essa máquina que a informática conheceu os conceitos de Pull-down (menus que se abriam na barra de tarefas) e facilitação do acesso a documentos e softwares por ícones.
"Mãe, olha que legal o jogo novo que eu baixei pra rodar no meu i7"
Não existindo o Lisa, no que  os desenvolvedores de software iriam se basear? Há muitos boatos que dizem que Bill Gates roubou a ideia de criar uma interface gráfica para o Windows enquanto trabalhava para a Apple. Seria exagero dizer que os aplicativos rodariam em telas similares ao DOS, mas ainda estaríamos em etapas muito menos avançadas (talvez o Windows 3.1 ainda imperasse).
Uma certeza: o Windows não estaria tão desenvolvido quanto é. Se você acha que as versões mais recentes do sistema operacional da Microsoft são muito bonitas, precisa saber que elas não existiriam. Repetimos: a informática estaria muito à frente dos controladores DOS, mas atrás do atual progresso.

Discman com Blu-ray

MP3 é a extensão mais utilizada no mundo. Afinal de contas, quem é que não tem músicas no computador? E você consegue se lembrar de quais eram os eletrônicos mais utilizados para ouvir músicas, antes de surgirem os iPods e outros players portáteis de mídia? Acertou quem falou CD players, também conhecidos como Discmans.
No início, eles eram capazes apenas de reproduzir discos normais, com até 80 minutos de músicas. Com o decorrer do tempo, foram aprimorados para reproduzir também músicas em MP3 e, com isso, a capacidade dos discos subiu para até 200 músicas. Antes que os aparelhos pudessem ser alterados para suportar DVDs, surgiu o iPod.

Top 10 mil Funk! As mais tocadas nas baladas brasileiras... Já à venda!
E se ele não tivesse sido inventado por Steve Jobs e pelos engenheiros da Apple? Hoje, o mercado estaria dominado pelos novos Discmans da Sony, com suporte para reprodução de discos Blu-ray (10 mil músicas em apenas um disco). Os modelos mais poderosos poderiam contar com sistema para antichoque (lembra-se dele?) de até 100 segundos.
Acha que esse tipo de eletrônico é pouco portátil? Uma provável solução para isso seria a utilização de miniBDs. Isso mesmo, Blu-rays mais compactos, que oferecem um pouco menos de capacidade, mas permitem que os players sejam colocados nos bolsos sem problemas. Já começou a sentir falta do seu MP3 player?

Notebooks ultrafinos? Jamais

Pergunte para qualquer pessoa que possuía notebooks no início dos anos 90: “Qual era o peso do computador portátil?”. Quem não disser que eles pesavam uma tonelada vai dizer que de portátil eles não tinham nada. É verdade, laptops não eram nada leves e passavam muito longe do conceito de “ultrafinos”.

Notebooks perfeitos para serem carregados onde quer que você vá! Desde que tenha um caminhão!
Onde a Apple entra nessa história? Você se lembra de qual foi o primeiro notebook ultrafino a atingir o sucesso comercialmente? Foi o MacBook Air, portátil lançado em 2010 e pioneiro em um segmento que, hoje, conta com diversos concorrentes. A Apple é também a empresa responsável por deixar as mídias físicas de lado, permitindo ainda menores espessuras para as máquinas.
Vamos mais longe em nossas análises. Sabe aquelas mochilas para notebooks? Hoje elas permitem que os usuários carreguem seus computadores junto a livros, cadernos e outros materiais. Mas sem a redução dos laptops, seria necessário escolher entre os livros e a máquina.
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Atenção: este artigo faz parte do quadro "Erro 404", publicado semanalmente no Baixaki e Tecmundo com o objetivo de trazer um texto divertido aos leitores do site. Algumas das informações publicadas aqui são fictícias, ou seja, não remetem à realidade.

Estudo comprova que celular não aumenta risco de câncer

Pesquisa feita durante 15 anos na Dinamarca não encontrou ligação entre doença e uso do aparelho.
 


Agora é oficial: o uso de celulares não aumenta o risco de o usuário desenvolver câncer no cérebro. O novo capítulo dessa polêmica – uma das maiores discussões envolvendo esse tipo de aparelho – é um estudo publicado na Dinamarca, que acompanhou a saúde de clientes de uma operadora local por 15 anos.
A pesquisa é uma parceria entre o Institute of Cancer Epidemiology a Danish Cancer Society e a International Agency for Research on Cancer (IARC). Foram pesquisadas 358.403 pessoas, das quais 10.729 apresentaram tumores depois de 15 anos de acompanhamento – 5.111 homens e 5.618 mulheres, o que corresponde ao número médio de pacientes que desenvolvem a doença normalmente.
Durante vários anos, os institutos coletaram dados pessoais para amostragem, assim como o desenvolvimento ou não de tumores. A conclusão foi que nenhuma ligação entre o uso do aparelho e o câncer foi detectada. O estudo completo pode ser acessado aqui.
Mas há algumas brechas na pesquisa: o estudo só leva em conta adultos que começaram a usar o celular depois da adolescência – se a doença se desenvolver durante esse período, portanto, ainda não há uma conclusão concreta. Além disso, ainda pode haver a formação de um tumor após os 15 anos de uso, já que o experimento limitou-se a esse período de tempo.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Morre Steve Jobs, cofundador da Apple

De acordo com nota publicada no site da Apple, o ex-CEO da empresa não sobreviveu ao câncer, doença contra a qual lutava desde 2004, e faleceu nesta quarta-feira, aos 56 anos.

Segundo nota publicada no site da Apple, Steve Jobs, cofundador e ex-CEO da empresa, faleceu hoje, quarta-feira, aos 56 anos. Não foram divulgadas as causas exatas de sua morte, porém, é provável que ele não tenha resistido ao câncer, doença contra a qual lutava desde 2004. Segue o texto em tradução livre:

"A Apple perdeu um gênio criativo e visionário, e o mundo perdeu um maravilhoso ser humano. Aqueles de nós que tiveram a sorte de conhecer Steve e trabalhar com ele perderam um grande amigo e um mentor que os inspirava. Steve deixa para trás uma companhia que só ele poderia ter criado. Seu espírito será sempre a base da Apple.

Se você quiser compartilhar seus pensamentos, memórias e condolências, por favor envie um email para rememberingsteve@apple.com"

Nota sobre a morte de Steve Jobs no site da empresa. (Fonte da imagem: Apple/Reprodução)

Mensagem da Diretoria da Apple


"É com pesar que anunciamos a morte de Steve Jobs hoje.

O brilho de Steve, sua paixão e energia eram a fonte de diversas inovações que enriqueceram e melhoraram nossas vidas. O mundo está muito melhor por conta do Steve.

Seu maior amor era por sua esposa, Laurene, e sua família. Nossos corações estão com eles e com todos os que foram agraciados com seus dons extraordinários." 


Jobs, um visionário


Steve Jobs foi o responsável não só pela criação da empresa de tecnologia mais poderosa da atualidade, mas também por grandes produtos como o iPhone e o iPad. Jobs é tido como um dos grandes gurus da tecnologia e é uma fonte de inspiração para milhares de pessoas em todo o mundo.

Confira abaixo o vídeo de um belíssimo discurso dado por Steve Jobs na Universidade de Stanford em 2005, em que, ao comentar sobre o câncer pela primeira vez em público, afirma que "Ninguém quer morrer. Mas a morte é o destino que todos compartilhamos. Ninguém até hoje conseguiu escapar dela."

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Bateria é capaz de recarregar em apenas 10 minutos

Protótipo demonstrado consiste em um case com baterias de íon lítio e é capaz de operar com até 6 ampères.
 
(Fonte da imagem: Engadget)
Durante a CEATEC 2011, conferência realizada no Japão entre os dias 4 e 8 de outubro, a operadora de telefonia japonesa NTT Docomo apresentou um modelo de bateria capaz de recuperar sua carga completamente em dez minutos.
Como mencionado pelo site Engadget, no estande da empresa havia um protótipo em exposição. A princípio, a tecnologia que consiste em um case com baterias de íon lítio é compatível apenas com um aparelho da Medias, o qual utiliza o Android e está disponível somente no Japão.
O componente revelado pode operar com até 6 ampères. Em testes realizados durante sua demonstração, o dispositivo marcou o consumo de 5,86 ampères – valor bem superior ao dos carregadores convencionais, que atingem em média 0,5 ampère. Poucos detalhes de como o equipamento funciona foram liberados.

Como cientistas vão hackear uma galinha para recriar um dinossauro

Com engenharia genética, paleontólogo planeja transformar aves em animais do período Cretáceo.

Os cientistas passaram anos afirmando que os dinossauros eram animais muito similares aos répteis que podemos encontrar atualmente. Nos últimos tempos, essa afirmação começou a ser contrariada, pois foram descobertos fósseis do período Cretáceo (época em que os dinossauros alcançaram o ponto mais alto da cadeia evolutiva) que mostram a existência de penas.
Isso significa que pode realmente existir uma ligação entre os dinossauros e as atuais aves. Com base nessa crença, um cientista norte-americano chamado Jack Horner está planejando recriar um dinossauro a partir do código genético de uma galinha. Para ele, há uma série de pontos da anatomia galinácea que comprovam a descendência evolutiva.

Então quer dizer que as galinhas são dinossauros evoluídos?

Pode parecer loucura, mas é isso que os cientistas estão afirmando. Jack Horner, paleontólogo, afirma que até mesmo a maneira como as aves dispõem os ovos nos ninhos é um traço da herança genética. E isso seria apenas o começo, pois anatomicamente ainda haveria uma série de elementos congruentes nas espécies.
Mas como seria possível – depois de dezenas de milhões de anos e de todas as evoluções pelas quais os animais passaram – fazer com que as galinhas criassem traços similares aos dos dinossauros? Na verdade, as mudanças genéticas não seriam realizadas para “adicionar novas funções”, mas sim reativar “funções adormecidas”.
 
Jack Horner (Fonte da imagem: Reprodução/Wired Magazine)
Isso seria feito por meio de uma técnica conhecida como atavismo experimental, em que os traços genéticos de antepassados são recuperados artificialmente. Segundo os cientistas, por mais que as espécies não manifestem algumas características, elas continuam disponíveis  nos códigos genéticos, mas a necessidade delas foi sendo diminuída até que pudessem ser totalmente reprimidas. É a evolução.
Casos isolados de atavismo natural ainda acontecem. É a explicação para nascimentos de pessoas com cóccix mais desenvolvidos (em forma de protocaudas) e outras características que são consideradas anomalias genéticas. Forçando a aparição desses traços, o paleontólogo deseja reconstruir um dinossauro.

Evoluir não é apenas crescer

É preciso que fique muito claro que mesmo que as galinhas sejam menores e menos fortes do que os dinossauros, elas podem realmente ser fruto da evolução deles. De acordo com as necessidades das espécies, algumas funções foram sendo deixadas de lado e a força necessária para a sobrevivência foi reduzida.
Com os seres humanos isso também é perceptível. Em fases mais primitivas, o homem precisava de pelos e força física bruta. Quando o homem aprendeu a utilizar peles para aquecer o corpo, a necessidade de pelos foi sendo reduzida, até que pudéssemos chegar ao que somos hoje.

Entendendo melhor o atavismo

Sabe quando alguém diz que você é a cara do seu bisavô? De certa maneira, isso é atavismo. Mais cientificamente: sempre que um elemento de determinada espécie apresenta manifestações fenotípicas (ou seja, externas e visíveis) que representem anomalias em relação aos outros – desde que essa anomalia  represente um resgate de gerações anteriores –, está sendo visto o atavismo.
Utilizando o exemplo dado pela revista Galileu: um bebê que nasce com um terceiro mamilo (traço que já foi presente em etapas distintas da evolução humana) está passando por atavismo. A diferença desse caso é que o atavismo foi natural, não forçado em laboratório, como deseja fazer o paleontólogo Jack Horner.
 
(Fonte da imagem: Dan Forbes e Jason Clay Lewis/Via Wired)
Devido à complexidade do projeto, várias gerações de embriões precisarão ser testadas. A cada função que o paleontólogo desejar colocar nos animais, serão necessários testes de muitas combinações genéticas. Por isso é muito pouco provável que nos próximos cinco anos a notícia do primeiro dinossauro criado em laboratório chegue. Se quiser mais detalhes, leia a entrevista que o cientista deu à revista Wired (em inglês).

Nada a ver com “Jurassic Park”

No filme de 1993, dirigido por Steven Spielberg, engenheiros genéticos conseguiram clonar dinossauros a partir de DNA encontrado em fósseis. Se você acha que essa seria a maneira mais simples de revivê-los, está enganado. Jack Horner afirma que isso é impossível, pois o DNA fossilizado é muito frágil e seria rompido a cada vez que os experimentos fossem testados.
E é por esse motivo que até hoje não foram feitos clones dos dinossauros. O paleontólogo afirmou ainda que utilizar atavismos forçados é a melhor maneira de reproduzir as características dos dinossauros. Ele agora está esperando o contato de biólogos com pós-doutorado para continuar com as pesquisas.
 
(Fonte da imagem: Reprodução/Universal Pictures)
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Você acha que essa é ideia é uma grande maluquice? Acredite, é real. É provável que durante os próximos anos nós vejamos uma série de avanços sobre as pesquisas de Horner. E você acredita que é realmente possível utilizar a engenharia genética reversa para transformar uma ave em um dinossauro? 

sábado, 1 de outubro de 2011

Erro 404: os jogos mortais do Baixaki

Quatro jovens foram presos em uma mansão assustadora e agora precisam vencer seus medos para que consigam salvar as próprias vidas.
“Você dá valor à tecnologia?” Foi isso que ouviu um jovem que acordou sem saber onde estava. Após alguns segundos tentando identificar o local, descobriu que havia mais alguém com ele naquela sala escura. Percebeu que suas mãos, amarradas atrás do corpo, estavam presas a outros três jovens, igualmente assustados.
Uma luz se acendeu e eles viram que estavam em uma sala sem nenhum aparelho eletrônico. Foi naquele momento que o desespero tomou conta de todos. A voz que outrora havia sido ouvida novamente ecoou pelo ambiente.
“Vocês deram tapas nos monitores, xingaram suas conexões, humilharam adversários em jogos online e traumatizaram amigos com vídeos insanos. Agora está na hora de saber se vocês dão valor à tecnologia! Ou ela se vingará!”. E risadas foram ouvidas. Os quatro se debateram um pouco, mas conseguiram se soltar e seguiram para uma outra sala.

Pro Evolution Choque

Logo que chegaram à segunda sala daquela prisão, perceberam que havia um video game ligado. Um dos jovens, Raul (aficionado por jogos) ficou animado e pensou que talvez aquilo não fosse realmente um problema. Ledo engano. Não demorou até que a voz voltasse para falar: “Você está preparado para uma partidinha?”.
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O gamer mal pensou e já aceitou o desafio. Jogador assíduo de FIFA em seu XBOX, pensou que não haveria chance de perder aquela partida. O que ele não sabia é que aquela voz já tinha conhecimento da fama de Raul e preparou uma armadilha. Em questão de instantes, o XBOX foi retirado e um PlayStation 3 com Pro Evolution Soccer apareceu. Para piorar, ele percebeu que estava preso em uma cadeira elétrica. As regras da partida eram bem simples:
  • Você vai disputar uma partida de Pro Evolution Choque;
  • A cada vez que xingar o juiz, uma descarga elétrica será ativada;
  • Gols sofridos geram o dobro da potência na descarga;
  • Você só poderá escolher os times da segunda divisão da Romênia;
  • O adversário utilizará o Barcelona;
  • Ele é campeão mundial de PES.
Raul estava com muito medo, mas não deixou isso aparecer. Pelo menos até descobrir que o jogo havia sido adulterado para que o árbitro só marcasse faltas e impedimentos a favor do adversário. Os palavrões vinham sem ele controlar e os choques foram ficando cada vez mais poderosos.
Ao final do primeiro tempo, o placar já estava dominado e Raul mal conseguia mexer os dedos. Tamanha era a dor que sentia após levar tantos choques. A voz voltou e perguntou: “Você aprendeu a não humilhar seus oponentes? Tenho certeza que jamais voltará a fazer com que eles se sintam inferiores depois das partidas!”. E alguns homens mascarados surgiram para levar o estupefato gamer embora.

Nunca mais reclame da sua internet!

Seguindo pelos cômodos daquela casa obscura, acabaram se perdendo. Márcio, outro dos rapazes, ficou sozinho e de repente viu que estava em uma sala com um computador. Logo pensou em atualizar seu status no Facebook para “Perdido em uma casa estranha com pessoas malucas querendo me matar”, mas achou que era melhor não assustar ninguém.
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Respirou um pouco e pensou em várias coisas que poderia fazer naquele momento. Foi surpreendido por um sistema automatizado de presilhas que o prendeu em uma cadeira. Como se isso já não fosse ruim o bastante, percebeu que uma gigante serra estava se aproximando de sua cabeça lentamente, para deixá-lo ainda mais agoniado.
A única forma de desativar a serra é instalando um aplicativo para isso. O problema é que o arquivo possui 1 GB e a conexão disponível naquele computador era discada. A voz voltou e contou para Márcio que aquele era o castigo que ele sofreria por rir de todos os seus amigos que não podiam pagar por conexões de 50 Mbps como a dele.
Aquele download realizado em velocidades que beiravam os 2 KB/s estava deixando o prisioneiro desesperado. “O que fazer agora? Não existe como correr! É meu fim!”. Ele finalmente gritou: “Por favor! Alguém me tira daqui? Eu prometo nunca mais esnobar as outras pessoas que possuem a internet mais lenta que a minha! Prometo liberar o sinal da minha Wi-Fi para todos no prédio!”.
Com isso, convenceu a voz a liberá-lo. A serra parou de girar e logo as pernas de Márcio foram soltas. Com elas tremendo de medo, conseguiu se arrastar até uma porta secreta, logo abaixo de um sinal luminoso de “Saída de Emergência”. Foi correndo para casa e logo colocou em prática todas as suas promessas.

Spoilers malditos

Não existe ninguém no mundo que goste mais de séries do que Adam, o terceiro jovem. O problema é que também não existe ninguém no mundo que consiga soltar mais spoilers (o final ou pontos cruciais de uma história que os outros ainda não viram) do que ele. Isso é bastante irritante, ainda mais para quem acompanha todos os capítulos desde a primeira temporada.
E foi exatamente por isso que a voz o levou até uma sala muito peculiar. Desta vez, não havia nenhum tipo de algema ou presilhas para impedir que o garoto fugisse. Mas as portas estavam trancadas e, por todos os lados, só era possível enxergar caixas de som. Ganchos apareceram sem explicações e puxaram suas orelhas para que elas ficassem ainda mais abertas.
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Você consegue adivinhar o que era tocado nelas? Acertou quem falou “spoilers”. Adam não sabia como aquilo poderia ser tão ruim, afinal de contas, para ele, falar sobre séries era a melhor atividade que um ser humano poderia ter. Nem mesmo os piores inimigos dele gostariam de ver aquele rosto amargurado, com ouvidos sangrando e lágrimas escorrendo pelos olhos.
Foram cerca de 30 minutos de frases como: “O Jacob é assassinado pelo falso Locke”, “A Penny dormiu com o Raj” e “O Ross vai atrás da Rachel no aeroporto e eles ficam juntos!”. Aquilo foi demais para Adam. Ele até pensou em pedir perdão por todos os spoilers que contou em sua vida, mas quando ouviu “Clark Kent vira o Superman no final de Smallville!”, não aguentou. Adam nunca mais foi visto.

O quarto do arco-íris

Ainda existe um último integrante na aventura: Henrique. Sabe qual era o pecado tecnológico dele? Enviar TODOS OS VÍDEOS de gatinhos fofos que encontrava na internet, para TODOS OS AMIGOS. E o pior é que fazia isso por MSN, Orkut, Facebook, Twitter e até mesmo por emails. Não havia um dia sem LOL Cats ou “novas versões” de Nyan Cat (para sua segurança, não clique aqui).
E isso era só o começo. Ele também adorava enviar vídeo em looping infinito, como os famosos Look at My Horse, Loituma e Ten Hours of What is Love. Depois de passadas algumas horas, quando as pessoas finalmente conseguiam esquecer-se da canção, chegava Henrique e gritava: “What is Love! Baby, don’t hurt me!”. Alguém tinha de pará-lo.
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Assim agiu a voz. Henrique foi preso por homens mascarados e ficou com os olhos presos por ganchos, em uma técnica inspirada no filme “Laranja Mecânica”. Enquanto os mascarados colocavam colírio em seus olhos, o jovem era obrigado a assistir àqueles milhões de gatos brincando com novelos de lã, filhotes rolando com bebês e pandas espirrando.
Ele tentou se controlar (e tentou muito), mas chegou um momento em que já não havia mais como se conter. Assim que o Keyboard Cat entrou em cena, Henrique começou a vomitar arco-íris e não conseguia mais parar. Foram minutos de explosão colorida, até que desmaiou. Os mascarados o levaram para fora da sala e ele também nunca mais foi visto.

De quem era a voz?

Todos devem estar se perguntando: “De quem era a voz por trás daquelas caixas de som?”. Você se lembra de JigSaw, o vilão de Jogos Mortais? Não, não era ele. Mas era alguém que se inspirou nele: um fã de Vitinho sou F#)@, que se autoproclamou DigDinSaw. Ele cansou de ver as pessoas sofrendo nas mãos de trolls da internet e programou uma mansão para acabar com o cyberbullying.
Depois que as histórias sobre o ocorrido se espalharam, as ridicularizações por vitórias em jogos online, ofensas referentes à velocidade da internet e proliferação de vídeos virais foram reduzidas em 80%. Todos temem ser as próximas vítimas do cruel DigDinSaw. Você dá valor à tecnologia?
Atenção: este artigo faz parte do quadro "Erro 404", publicado semanalmente no Baixaki e Tecmundo com o objetivo de trazer um texto divertido aos leitores do site. Algumas das informações publicadas aqui são fictícias, ou seja, não correspondem à realidade.

Ilustrações por: Nick Mancini